quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Darkness clássico nas bancas

A Panini acaba de colocar à venda o álbum com a série clássica do Darkness. Lançada originalmente em 1996, a história que você encontra aqui é de ninguém menos que Garth Ennis, um dos mais badalados roteiristas da atualidade.

Criado por Mark Silvestri e com desenhos de David Wohl, o personagem foi um dos vários que surgiram quando a editora Image explodiu em popularidade nos EUA durante os anos 90. Junto com Spawn, Witchblade e Savage Dragon, Darkness era um dos mais populares. Recentemente, Darkness passou por vendas inconstantes, mas sobrevive até hoje.

O bom desempenho incial da série fez com que Darkness ganhasse um videogame em 2005 pela Majesco e vem mais um por aí no final de 2007. Além disso, a Dimension Films comprou os direitos para fazer um longa-metragem que, teoricamente, estrearia neste ano, mas a coisa está bem devagar.

Darkness conta a história de Jackie Estacado, um assassino profissional que trabalha para a máfia italiana. Aos 21 anos descobre possuir o poder da Escuridão. Com ele, pode comandar seres demoníacos e agora tem de aprender a lidar com tudo isso.

Além da série clássica, a Panini já lançou há pouco tempo Darkness - Ressurreição Sombria, com histórias já mais avançadas do personagem.

Darkness - Série Clássica tem 165 páginas coloridas e custa R$ 15,90.

Fonte: Herói

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domingo, fevereiro 11, 2007

O rótulo, a luz e as trevas de Grandes Astros DC

O contexto sempre interfere na forma de interpretação de um texto. Se alguém diz que vai contar uma piada, por exemplo, isso cria automaticamente no interlocutor a expectativa de ouvir uma narrativa curta, de humor e com desfecho inesperado. Esse raciocínio vale para duas revistas lançadas nesta semana: Grandes Astros: Superman e Grandes Astros: Batman & Robin (Panini, R$ 3,90 cada uma).

Os dois títulos ganharam fama antes mesmo de serem publicados no Brasil, seja a fama verdadeira ou não. A trama do homem de aço foi rotulada como uma história que prima pela qualidade do texto, escrito por Grant Morrison. Ajudou a vitória no ano passado do prestigiado Prêmio Eisner (espécie de Oscar dos quadrinhos norte-americanos) na categoria melhor nova série.

Na obra, Super-Homem descobre que vai morrer. Suas células se sobrecarregaram de energia solar. A proximidade da morte volta a história para a humanidade dele. O título faz uma leitura do herói de Krypton dissociada da cronologia habitual das outras revistas mensais (nas quais Clark Kent, por exemplo, é casado com Lois Lane, o que não ocorre em Grandes Astros).

O oposto ocorreu com Grandes Astros: Batman & Robin. A série foi associada como sendo um dos piores trabalhos de Frank Miller e Jim Lee, respectivamente escritor e desenhista da revista. O discurso foi "comprado" também por quem não leu. O rótulo deve influenciar a recepção da obra, que (re)conta a origem de Dick Grayson, o primeiro Robin.

O contexto é importante e interfere na leitura de uma obra. Mas é injusta e acrítica a rotulação de algo que nem sequer tinha sido lido. Resta somente a reprodução de um discurso ouvido de alguém. Analisando a história em si, sem a influência de rótulos de outrem, não é possível dizer ainda que uma pende à luz e outra, às trevas (a exemplo dos personagens-título).

Mas é possível detectar uma tendência. Enquanto Frank Miller usa todo o número de estréia para narrar a origem de Robin, Grant Morrison reconta a origem do Super-Homem em uma página com quatro quadrinhos. Isso permite a Morrison avançar numa nova trama. Já Miller lança o olhar sobre algo fartamente conhecido pelo leitor.

Fonte: Blog dos Quadrinhos

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sábado, fevereiro 10, 2007

Três séries da Marvel para ficar de olho

As edições deste começo de ano das revistas da Marvel/Panini trazem três séries que merecem registro, ou pela qualidade do texto, ou pela situação inusitada que foi criada.

É o caso, por exemplo, de Zumbis Marvel, anunciada para o semestre passado, que começa a ser publicada no número 41 da revista Marvel Max (edição de janeiro, lançada nesta semana). A minissérie em cinco partes é escrita por Robert Kirkman, o mesmo autor de Mortos-Vivos.

Ele parteda seguinte premissa: e se os heróis da Marvel se tornassem zumbis, daqueles devoradores de cérebros? Logo no primeiro número, a "comida" é Magneto, tradicional vilão dos X-Men.

A história lembra, em vários momentos, os filmes de terror "trash" dos anos 80. Por isso mesmo, torna-se interessante.

Os outros dois títulos para ficar de olho são escritos por Ed Brubaker. O primeiro é a estréia dele nas histórias do Demolidor, agora publicado na nova revista Marvel Action. Ele assume a "batata quente" deixada por Brian Bendis, antigo roteirista do herói cego. A fase de Bendis -que revirou a vida do personagem- terminou com a identidade secretado Demolidor revelada e ele, preso.

Quem já acompanhava as histórias do herói vai se supreender. Positivamente. Brubacker continua a história do ponto onde havia parado e mantém a curiosidade para saber o que vai ocorrer no próximo número. E faz algo raro de se ver: segue à risca o estilo de escrita de Bendis. Nem parece que houve troca de roteiristas.

A qualidade do texto é o diferencial da outra série escrita por Brubacker: Capitão América. Na verdade, as histórias dele à frente do título são publicadas há um ano na revista Os Novos Vingadores. Mas chegam a seu ponto alto neste começo de ano. O escritor prepara o terreno para o encontro de herói com Bucky. O antigo parceiro do Capitão América na Segunda Guerra não morreu e trabalha para os soviéticos.

Ed Brubacker já era bom escritor na DC Comics (é dele parte das histórias da série Gotham City Contra o Crime). Conseguiu ficar melhor na Marvel.

Fonte: Blog dos Quadrinhos

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sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Diversas revistas Panini nas bancas com novidades

Justiça Várias revistas da Panini Comics chegam às bancas do Rio de Janeiro e São Paulo nesta semana, algumas com atraso razoável.

Depois de toda a negociação envolvendo a DC Comics no Brasil, finalmente o leitor encontra as edições de número 50 de Batman, Superman e Liga da Justiça. Cada uma das revistas traz um pôster grande como brinde comemorativo: Batman e Superman por Jim Lee, e a Liga da Justiça na arte de Alex Ross.

Nas últimas páginas de cada edição, o jornal "Planeta Diário" apresenta diversas informações e novidades, começando com detalhes da linha Grandes Astros, com Superman e Batman & Robin (All Star Superman e All Star Batman & Robin, no original), que também chegam às bancas nesta semana, ao preço de R$ 3,90 cada.

Entre outros destaques, a série Grandes Clássicos DC trará Lendas (publicada no Brasil em formatinho pela Editora Abril), agora no formato original. Os textos são de John Ostrander e Len Wein, e a arte de John Byrne e Karl Kesel.

Os Sete Soldados da Vitória A editora lançará a série em 12 partes Justiça (Justice, no original), de Alex Ross.

Outra boa nova: a publicação de Os Sete Soldados da Vitória (Seven Soldiers of Victory, no original), de Grant Morrison, ao lado de diversos artistas como Pascual Ferry, J.H. Williams e outros.

No próximo semestre, as edições especiais Crônicas - Batman e Crônicas - Superman trarão as primeiras histórias dos famosos personagens realizadas pelos criadores Bob Kane, Jerry Siegel e Joe Shuster, coloridas e no formato original.

Por Geoff Johns, Dave Gibbons e Patrick Gleason, os leitores vão conferir a volta de uma saudosa equipe em Tropa dos Lanternas Verdes: Recarregar (Green Lantern Corps: Recharge, no original).

Finalmente, DC Showcase - Liga da Justiça será um encadernado especial com as primeiras aventuras da famosa equipe, das mãos de Gardner Fox e Mike Sekowsky.

Pela DC, chega ainda esta semana o segundo número de Crise Infinita.

Marvel Max Já em relação aos títulos da Marvel Comics nas bancas, o leitor encontra, além das séries mensais Universo Marvel, Wolverine e Marvel Max (com a estréia de Zumbis Marvel), alguns lançamentos que merecem destaque.

O primeiro número de Marvel Action #1 (96 páginas, R$ 6,90) traz a estréia do Cavaleiro da Lua de Charles Huston e David Finch; o Pantera Negra de Reginald Hudlin e Scot Eaton; e o aguardado Demolidor de Ed Brubaker e Michael Lark. Acompanha ainda uma divertida história curta do herói cego no estilo cartoon.

Outra revista que chega é Drax - o Destruidor (96 páginas, R$ 6,90), que e é um prelúdio para o crossover Aniquilação, e também o primeiro número da minissérie em três partes Dinastia M - O Herdeiro.

Na linha de mangás, o ótimo Lobo Solitário aproxima-se do final, com sua edição de número 25 (a série segue até o #28), além de novos números de Berserk, Crying Freeman, Kare Kano e Angel Sanctuary.

Por fim, chegam também novas edições dos quadrinhos europeus Blueberry e XIII.

Conclusão: prepare seu carrinho, seu cartão de crédito e boas compras!


Batman #50Liga da Justiça #50Lobo Solitário #25Marvel Action #1Superman #50Universo Marvel #19

Fonte: Universo HQ

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segunda-feira, janeiro 29, 2007

Panini anuncia três novidades da DC

Com o lançamento de SJA: Arquivos Confidenciais, em DC Apresenta #1, a Panini informa aos leitores que lançará mais três títulos da editora de Superman aqui no Brasil.

Justiça, de Alex Ross (da imagem abaixo), sai lá fora em formato de maxissérie bimestral em 12 edições. A história não está encaixada na cronologia oficial da DC Comics, e apresenta uma visão muito própria de Ross aos heróis e vilões da Era de Prata da editora.

Outro anúncio é de Sete Soldados da Vitória, por Grant Morrison e uma série de artistas convidados, que foi apresentado ao público estadunidense em 30 edições, sendo elas um número zero, 7 minisséries de quatro edições cada, cada uma contando a história de um dos personagens do grupo de heróis, e o número 1, que encerra a saga dos sete heróis, mas com uma baixa no total.

A última das publicações anunciadas é Tropa dos Lanternas Verdes. A série atualmente é mensal, mas teve seu início na minissérie Recharge, escrita por David Gibbons e Geoff Johns. A imagem da publicidade no anúncio é a mesma da primeira edição desta minissérie, porém, não foi divulgado nem onde nem como a série será publicada.

Os outros dois títulos anunciados também não ganharam mais informações, como data de publicação ou formato. Resta os leitores esperarem mais informações pela própria editora. Confira mais novidades da Panini aqui no HQM.

DC Apresenta #1 - SJA: Arquivos Confidenciais tem 100 páginas em papel LWC e estará nas lojas do primeiro eixo (São Paulo e Rio de Janeiro) ainda nesta semana.

Interessante ressaltar que essa edição custa apenas R$ 6,90, o mesmo valor das revistas de linha que são lançadas em Papel Pisa Brite pela Panini. Contagem Regressiva para Crise Infinita, por exemplo, teve o preço de R$ 8,90, com a mesma estrutura da DC Especial.

Fonte: HQ Maniacs

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domingo, janeiro 28, 2007

Reeditada a primeira desconstrução do Visão

John Byrne tinha uma característica. Não importa o título por onde passava, o escritor e desenhista procurava deixar sua marca. Fazia uma mudança tão radical que, no futuro, os leitores tivessem de fazer referência à história para recontar a interminável cronologia dos super-heróis.


Não foi diferente na fase em que trabalhou com os Vingadores da Costa Oeste, material relançado nesta semana pela editora Panini (Os Maiores Clássicos dos Vingadores Volume 2; R$ 26,90).

A mudança radical da vez é sugerida no subtítulo do encadernado: a busca pelo Visão. Byrne reconstrói o andróide vingador, então casado com a Feiticeira Escarlate. "Reconstrói" não é força de expressão. O herói é encontrado completamente desmontado e tem de ser reconstruído. O resultado muda a personalidade e o aspecto visual dele (fica todo branco e sem emoções).

Como se sabe hoje, a mudança não durou por muito tempo. Visão voltou ao que era antes. Mas encontrou pela frente um escritor ainda mais revolucionário e com muito mais carta branca para mudanças do que Byrne: Brian Bendis, que destroçou de vez o andróide na nova fase dos Vingadores. Até que se prove o contrário, morreu.

O álbum reedita as nove primeiras histórias de Byrne à frente dos Vingadores da Costa Oeste, produzidas em 1989 (o material já tinha sido publicado no Brasil pela editora Abril no começo dos anos 90). A edição ganhou nova tradução e é bem cuidada, a exemplo das demais da série "Os Melhores Clássicos". Mas não é o melhor trabalho de Byrne.

Há outros títulos da Marvel feitos por ele que encabeçariam a lista de reedições, como Mulher-Hulk, um de seus trabalhos mais criativos. Ou Tropa Alfa, anunciada pela Panini para este mês. Se seguir a tendência dos especiais anteriores, sai com atraso. O álbum dos Vingadores, lançado nesta semana, tinha sido prometido para dezembro.

Fonte: Blog dos Quadrinhos

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quinta-feira, janeiro 25, 2007

Panini Comics prepara sistema de assinatura

Você tem problemas para conseguir o seu gibi preferido? Essa época está chegando ao fim. A Panini Comics já colocou no ar o site http://www.assinepanini.com.br/, que por enquanto redireciona para a página de assinaturas da Turma da Mônica, mas em breve oferecerá também pacotes da Marvel e da DC Comics.

As assinaturas fazem parte da nova estratégia de distribuição da empresa e, segundo o presidente da Panini no Brasil, Sr. José Eduardo Severo Martins, foi um dos fatores que levou a DC Comics a manter a sua atual parceria.

Serão oferecidos aos leitores planos diferenciados, que vão de alguns poucos títulos ao pacote completo, com todos os títulos mensais da editora.

Outra novidade prometida é o lançamento de edições especiais, com capa dura e finalização diferenciada, próprias para colecionadores.

Quando isso tudo vai acontecer? Breve.

Fonte: Omelete

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domingo, janeiro 14, 2007

“Eu quero a minha número 1!”

Chegam às bancas as novas revistas da Turma da Mônica editadas pela Panini Comics

Com a chegada de Mauricio de Sousa e da Turma da Mônica, a Editora Panini começa 2007 como a maior editora de quadrinhos latino-americana no segmento infanto-juvenil em número de títulos. Na circulação, sai de uma participação no mercado infantil de apenas 2% em 2003 para cerca de 50% – a tiragem das suas revistas chega a quase 1 milhão de exemplares mensais e os almanaques bimestrais a 700 mil exemplares (fonte IVC Set/06), fora as revistas temáticas e as especiais.

A campanha de lançamento da Turma da Mônica, com a chamada “Eu quero a minha número 1”, terá cartazes em bancas, ações para os assinantes, degustação de revistas promocionais nas praias entre Rio de Janeiro e São Paulo e veiculação em canais pagos da TV.

José Eduardo Severo Martins, diretor presidente da Panini Brasil, confirma a estratégia da empresa de fortalecer sua atuação no mercado nacional com investimento em ações nos canais de vendas tradicionais como bancas e assinaturas, além de abrir frentes na comercialização em supermercados, livrarias, pontos alternativos e Internet. “A prova do quanto valorizamos essa parceria com o Mauricio de Sousa é o fato de termos assinado um contrato de longa duração, que se estenderá até a próxima década", diz.

Para Mauricio de Sousa, a parceria com a Panini facilitará sua entrada no mercado estrangeiro, já que conta agora com uma editora com estrutura internacional bem montada. "Temos planos para vários novos projetos e também para um significativo crescimento. O fato de termos unido forças com uma editora multinacional abre espaço para possibilidades incríveis", afirma.

E a nova fase já se faz notar: na produção de capas, a equipe de Mauricio de Sousa está aplicando um cenário ao estilo artístico dos desenhos animados; na impressão houve melhora na qualidade do papel e na aplicação de cor especial nos títulos de linha (Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento, Turma da Mônica – Uma Aventura no Parque e Ronaldinho Gaúcho).

ÁLBUM DE FIGURINHAS SAI EM FEVEREIRO

Haverá também o lançamento do álbum de figurinhas “Turma da Mônica em: Uma Aventura no Tempo”, tema do próximo longa-metragem de mesmo nome, que será lançado dia 16 de fevereiro. A campanha terá a chamada “Essa novidade é coisa de cinema – O novo sucesso das telonas em figurinhas especiais!”, para veiculação em cartazes de bancas, anúncios em TVs abertas e fechadas. Líder mundial em álbuns de figurinhas, a Panini espera que esse produto seja o grande campeão de vendas do ano no Brasil.

Informações técnicas do álbum:

- Formato: 21 x 27 cm

- Estrutura: 4 + 32 páginas

- Coleção com 188 cromos, sendo 16 prateados e 16 em PVC

- Preço do álbum: R$ 3,00

- Preço de cada envelope: R$ 0,60 com 4 cromos

MAIS TÍTULOS

Outros lançamentos previstos a partir do próximo dia 12 de janeiro são

o trimestral Almanaque Temático (160 páginas, R$ 5,90), cujo primeiro número traz histórias sobre as férias; Turma da Mônica – Uma Aventura no Parque da Mônica (mensal, 64 páginas, R$ 2,90); e o semestral Grande Almanaque de Férias (160 páginas, R$ 7,90), com tamanho diferenciado (19,0 x 27,5 cm).

Serviço

Revistas mensais em banca: Mônica (80 páginas, R$ 3,90), Cebolinha (64 páginas, R$ 2,90), Cascão (64 páginas, R$ 2,90), Chico Bento (64 páginas, R$ 2,90), Magali (64 páginas, R$ 2,90) e Ronaldinho Gaúcho e Turma da Mônica (64 páginas, R$ 2,90), além dos bimestrais Almanaque da Mônica, Almanaque do Cebolinha e Almanaque do Cascão, todos com 80 páginas e ao preço de R$ 3,90.

Fonte: Editora Panini

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Linha All Star, da DC, vai sair no Brasil

Grandes Astros: Batman & Robin e Grandes Astros: Superman. Serão esses os nomes dos títulos da linha All Star, da DC Comics, anunciados para este mês. A informação consta na lista de lançamentos da Panini, que entrou no ar no site da editora nesta virada de semana.

As duas revistas terão 28 páginas e vão custar R$ 3,90 cada uma. Os títulos vão publicar material de All Star Superman, escrito por Grant Morrison e desenhado por Frank Quitely (ao lado, a capa da edição americana), e All Star Batman & Robin, The Boy Wonder, de Frank Miller e Jim Lee (título que a Panini já tinha anunciado para o semestre passado).

A linha All Star coloca os personagens da DC Comics em histórias que fogem à cronologia normal das revistas de linha. É parecido (embora com mudanças menos radicais) com o que a Marvel faz com o selo Millenium.

A publicação das duas novas revistas segue a política da editora Panini de lançar mais títulos da DC em 2007 (leia mais aqui e aqui).

Fonte: Blog dos Quadrinhos

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Demolidor: cancelado, mas em grande estilo

A edição 35 de Demolidor, que começou a ser vendida nesta semana, marca dois finais: 1) é o último número da revista; 2) é o fim da fase escrita por Brian Michael Bendis, que revirou por completo a vida do herói cego (por causa da revelação de sua identidade secreta).

A saída de Bendis é em grande estilo. Ele aproveita este arco final (intitulado O Dossiê Murdock) para levar ao limite o problema com a identidade secreta. Surgem, enfim, provas de que Matt Murdock é o Demolidor, o que leva o governo à caça dele.

A edição, com cem páginas, mostra as últimas quatro partes da história. Com o cancelamento da revista, as aventuras do herói passam a ser publicadas num novo título da Panini, Marvel Action, previsto para estrear neste mês. Com a saída de Bendis, as histórias do Demolidor passam para as mãos de Ed Brubacker.

Fonte: Blog dos Quadrinhos

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sábado, janeiro 13, 2007

Em Crise Infinita n.º 1 heróis vivem choque de verdades


SÃO PAULO - "Verdades" exigem releituras. No ano 325, o Concílio de Nicéia, reunião de mais de 300 bispos sob a autoridade do imperador Constantino, definia que Jesus Cristo era uma parte da essência do Senhor, uno na trindade e não um "mero" eleito de Deus na Terra. Para o fã de quadrinhos, Crise Infinita n.º 1 (Panini, 40 páginas, R$ 5,50), lançada esta semana no Brasil, tem caráter semelhante. Escrita por Geoff Johns, desenhada por Phil Jimenez e Andy Lanning, Crise Infinita vem para restabelecer as ortodoxias (e heresias) do universo heróico da DC.

"Eu não sou um Deus. E não sou como você, Bruce. Não preciso controlar tudo", diz um inseguro Superman para Batman sobre as ruínas da sede da Liga da Justiça. Para o Homem-Morcego, depois de tanto tempo, o Homem de Aço devia saber que não se tratava de controle. "Tem a ver com tentar fazer tudo que posso. E, no seu caso, trata-se de dar um exemplo", rebate o cético Cavaleiro das Trevas.

Logo no início da revista, o leitor se defronta com uma delicadíssima questão: o que fazer quando um dos maiores heróis da Terra deliberadamente mata um criminoso? O evento é mostrado pela TV, além de ser testemunhado por outros super-seres. A anuência travestida de omissão não é também criminosa? Em grande parte é o tom da crítica de Batman a Superman e Mulher-Maravilha, a fria assassina do personagem Maxwell Lord.


Traços básicos dos heróis

Lançada originalmente em dezembro de 2005 e só agora nas bancas brasileiras, o arco de histórias de Crise Infinita é uma das várias tentativas da editora DC de normatizar tanto os traços básicos de seus heróis quanto a cronologia de suas revistas. Assim foi com Crise nas Infinitas Terras, de 1986, que mostrou a morte do Flash, e Zero Hora, de 1997, que fez do velho Lanterna Verde, Hal Jordan, o maior vilão do universo.

Do ponto de vista mais simples, herói, como personagem fictício, é um sujeito que pratica a restauração de um valor perdido. Crise Infinita é uma forma de equilibrar uma dezena desses tipos ideais sem desrespeitar suas características, o que obviamente é complexo. Parafraseando um certo autor de quadrinhos, é improvável que três ou mais sujeitos que levem a sério vestir uma fantasia e combater o crime, excêntricos e austeros, consigam concordar sobre a cor de uma laranja. Que dizer então do que acham que é certo ou errado?

Estranhamente, os quadrinhos de grande consumo tendem a se aproximar bastante da realidade. Enquanto Sadam Hussein era enforcado, uma boa parte dos americanos já havia se perguntado o quanto é correto - ou mais além, heróico - eliminar criminosos. Enquanto entretenimento mais legítimo, Crise Infinita é uma ótima pedida. Como reflexão histórica, é o mais puro incômodo. Nada mal para uma revista em quadrinhos.

Fonte: Estadão

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domingo, janeiro 07, 2007

Panini começa a publicar Turma da Mônica

Começaram a ser vendidas nesta última sexta-feira as primeiras revistas da Turma da Mônica publicadas pela Panini. São praticamente as mesmas que vinham sendo lançadas até dezembro pela editora Globo, antiga casa dos personagens de Maurício de Sousa. Os títulos têm o mesmo preço e número de páginas. A principal diferença é que todos voltaram ao número um, estratégia para atrair novos leitores.

Dez revistas chegaram na última sexta-feira às bancas: Mônica, Cebolinha, Cascão, Chico Bento, Magali, Turma da Mônica, Ronaldinho e Turma da Mônica e os Almanaques da Mônica, do Cebolinha e do Cascão. Outras estão programadas para a sexta-feira que vem.

A saída da editora Globo tinha sido acertada há seis meses. A mudança para a multinacional Panini faz parte de uma estratégia de Maurício de Sousa de publicar suas criações no exterior.

A estratégia é assumida na primeira página das novas revistas, em texto assinado pelo empresário e desenhista: "estamos com a Panini, uma casa multinacional que acena com novas tecnologias e novos territórios para nossas revistas".

O primeiro movimento para a inserção em outros países foi dado no primeiro semestre do ano passado. A Universal, empresa que trabalha com uma rede de 4700 jornais, passou a distribuir tiras de Ronaldinho Gaúcho para jornais estrangeiros. O acordo foi firmado em abril e tem obtido resultados.

Não foi a primeira vez que Maurício de Sousa trocou de editora. Há pouco mais de 20 anos, ele saía da Abril e migrava para a Globo, de olho nas possibilidades midiáticas das empresas do grupo.

A ida para a Panini reduz consideravelmente a linha infantil da editora Globo, agora restrita a títulos do Sítio do Picapau Amarelo e alguns especiais de Menino Maluquinho. A revista mensal do personagem de Ziraldo, uma das apostas da editora, foi cancelada no semestre passado sem muito alarde.
Fonte: Blog dos Quadrinhos

Technorati :

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terça-feira, dezembro 19, 2006

Panini renova com DC, diz presidente da editora

A editora Panini renovou contrato com a DC Comics. A informação é do diretor-presidente da Panini, José Eduardo Severo Martins, e é noticiada com exclusividade pelo Blog dos Quadrinhos. O acordo foi firmado na semana passada.

O contrato é parecido com o atual. Prevê a publicação dos super-heróis da DC. Materiais da Wildstorm e Vertigo (linha adulta da DC, que era publicada por outras editoras no Brasil) ficaram de fora da transação.

Martins diz que o novo contrato é longo, mas não revelou até quando vai vigorar.

Segundo ele, o objetivo da Panini é ampliar o volume de publicações. "Nós vamos aumentar o número de títulos mensais e também de publicações de luxo, voltadas para as livrarias", diz. Neste mês, a editora publica seis revistas mensais, quatro especiais (um deles de luxo, Batman: O Cavaleiro das Trevas – Edição Definitiva) e duas minisséries.

Martins diz que ainda não foi definido o formato de publicação de Crise Infinita, principal publicação da DC em 2006 e anunciada este mês. Inicialmente, estava prevista para sair num volume só. Nos Estados Unidos, foi publicada numa minissérie em sete edições.

A definição da nova casa da DC foi tumultuada. A editora Pixel chegou a negociar neste semestre a publicação de todos os títulos da editora norte-americana. A transação durou semanas, mas o acordo não foi efetivado (leia aqui).

Nas revistas mensais, a Panini já faz chamadas para as edições de janeiro. Isso pode ser visto em Superman, Novos Titãs e Liga da Justiça, todas deste mês.

Fonte: Blog dos Quadrinhos

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quinta-feira, novembro 30, 2006

Reviravolta: DC Comics não será mais publicada pela Pixel

Em setembro, quando o Universo HQ noticiou que a DC Comics passaria, a partir de 2007, a ser publicada pela Pixel Media, o mercado de quadrinhos entrou em polvorosa.

Desde então, leitores e imprensa aguardavam um comunicado oficial a respeito do assunto. E ele não aconteceu porque houve uma reviravolta na negociação: a Pixel não vai mais publicar os títulos da DC.

Essa "quase parceria" começou no mês de setembro, quando a DC informou oficialmente a todas as editoras que lançavam seus materiais no Brasil, que a Pixel passaria a ser a detentora dos direitos de publicação a partir do começo do próximo ano.

Nesse período, a Pixel recebeu o contrato da DC, sugeriu algumas mudanças e ficou apenas aguardando a confirmação. Mas começava aí uma longa e exaustiva rodada de novas negociações.

Mesmo após ter enviado o contrato, a DC passou a pedir garantias financeiras e fazer novas exigências editoriais, que a Pixel, por meio especialmente da Ediouro (uma das empresas que formam a Pixel, em parceria com a Futuro), afirma ter apresentado.

Enquanto isso, caixas repletas de títulos da editora de Batman, Superman e companhia foram enviadas à sede da Pixel, para que se começasse a fazer a programação e a produção das revistas.

Em visita à sede da editora norte-americana, no começo de setembro, Odair Braz Júnior, da Pixel, chegou a ser apresentado a todos como o "novo editor da DC no Brasil".

A mudança era tão dada como certa, que a continuidade das revistas de linha chegou até a ser discutida entre representantes de Pixel, Panini e da própria DC em uma reunião, para decidir, especialmente, quem publicaria a saga Crise de Identidade.

Apesar disso, o contrato não retornava para o Brasil. Então, em outubro, durante a Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha, a editora norte-americana parece ter "reaberto as negociações".

Nos últimos meses, o Universo HQ entrou em contato algumas vezes com o vice-presidente de finanças da DC, John Nee, para obter uma explicação sobre essa indefinição. Afinal, o prazo para que as revistas fossem lançadas em janeiro de 2007 estava encurtando cada vez mais. No entanto, ele preferiu não dar nenhuma declaração oficial e chegou, inclusive, a ser irônico sobre o assunto em uma de suas respostas.

Foi o próprio Nee, durante a Comic-Con de San Diego, quem insistiu para que a Pixel entrasse na concorrência pelos super-heróis da editora - a proposta inicial era apenas pelos materiais da Vertigo e WildStorm.

A intenção da DC parecia ser concentrar todos os seus títulos em apenas uma editora.

Mas na noite de 28 de novembro, a Pixel foi informada que sua proposta, mesmo com todas as alterações subseqüentes, havia sido recusada pela DC. Ninguém da editora quis comentar o assunto.

Agora, a Pixel tentará ao menos ficar com os títulos da Vertigo e da WildStorm, mas nem isso é certo. Tudo dependerá de uma nova negociação.

Em virtude de seu poderio financeiro e do bom trabalho realizado nos últimos anos, a Panini tem tudo para ser o destino dos títulos da DC. Entretanto, até o fechamento desta matéria, a multinacional italiana no Brasil também não havia recebido qualquer comunicado da editora norte-americana.

Nos bastidores fala-se até que outro grupo europeu teria entrado no páreo. Parece improvável, mas como a Planeta DeAgostini está presente no Brasil e foi a editora que assumiu a DC na Itália, ela talvez seja uma aposta, mesmo sem ter qualquer tradição com quadrinhos em nosso país - atua especialmente na área de fascículos colecionáveis.

A maneira no mínimo questionável como a DC vem conduzindo essa negociação mostra que, diferentemente das duas editoras inicialmente envolvidas, a preocupação com o tempo que suas revistas ficarão longe das bancas inexiste.

Resta aguardar a decisão oficial da DC, para saber se as chances de uma efetiva concorrência entre suas revistas e as da Marvel ainda são reais, o que seria benéfico para o mercado; ou se a Panini mostrará toda sua força, tornando-se, de vez, a "dona" das bancas brasileiras, com super-heróis, mangás, HQ européias e, a partir de 2007, a Turma da Mônica, de Mauricio de Sousa.

Se continuar publicando a DC, a multinacional italiana, que é a licenciante mundial dos títulos da Marvel, terá conseguido, literalmente, vencer um jogo que estava perdido. Não é pouco.

Fonte: Universo HQ

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