segunda-feira, março 12, 2007

Captain America 25 será reimpressa; autor da HQ comenta

Não é todo dia que um símbolo nacional morre. Por isso, o assassinato do Capitão América na edição 25 da sua série, lançada nos EUA na semana passada, foi praticamente a notícia do dia para toda a mídia norte-americana.

A morte nos quadrinhos chegou a ofuscar notícias do mundo real, como o julgamento de Lewis Libby, assessor do vice-presidente acusado de mentir ao FBI em caso de segurança nacional.

A ótima campanha de assessoria de imprensa da Marvel fez com que jornais de quarta-feira - dia de lançamento de Captain America 25 - já trouxessem a manchete da morte na capa. A partir daí, a notícia se espalhou por redes de TV, pela Internet e pelo mundo.

A primeira conseqüência, obviamente, foi o esgotamento da revista. Donos de comic shops reclamaram à Marvel que não tinham sido avisados que a edição seria especial, e por isso não tinham cópias suficientes em estoque. Mas pararam de reclamar quando registraram, segundo o site ICV2, recordes de público em suas lojas, comprando vários tipos de quadrinhos. Além disso, a revista terá uma segunda impressão, que chega às lojas no fim do mês.

Em sua coluna no site Newsarama, o editor-chefe da Marvel Joe Quesada falou que a morte do Capitão foi arquitetada há um ano e meio, na reunião de criadores que definiu Civil War e todo o futuro do Universo Marvel.

Quanto à insistente dúvida sobre a "realidade" da morte - afinal, todo fã conhece o ditado "nos quadrinhos de super-heróis, quem é morto sempre reaparece" - Quesada respondeu: "Cara, não sei como responder essa pergunta. Eu não sei? O que eu posso dizer é que alguém vai substitui-lo, pois o Universo Marvel não funciona sem um Capitão América".

O escritor da edição, Ed Brubaker, disse em seu blog que teve um dos dias mais agitados da sua vida, dando entrevistas para várias rádios, numa maratona jornalística que seguirá pelos próximos dias.

"O mais estranho foi quando saí da cabine de entrevistas da National Public Radio, e vi que uns funcionários tinham ido à comic shop mais próxima e compraram cópias da edição para eu autografar. Foi fantástico. O que não foi fantástico: o número de pessoas que me chamou de idiota e disse que eu era muito ruim e que devia ser despedido etc. etc. etc. Nenhuma ameaça de morte ainda, mas estou cruzando os dedos", comentou Brubaker.

Fonte: Omelete

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quinta-feira, março 08, 2007

Crepúsculo dos deuses: morre o herói dos quadrinhos

Cena na nova história do Capitão América

SÃO PAULO - O Capitão América está morto. A história do assassinato do super-herói está na revista de n.º 25 lançada nesta quarta-feira, 7, nos Estados Unidos. Desafiando a lei de registro aos super-heróis, mote de Civil War, Steve Rogers, o Capitão América, defendia que os heróis deveriam ser anônimos e não funcionários do governo. Foi preso por seu ex-colega, Homem de Ferro. A caminho do tribunal aonde seria julgado, o herói foi alvejado com dois tiros.

Quem é fã de quadrinhos pode ficar desconfiado com a notícia. Afinal nenhuma morte parece durar muito nas páginas de super-heróis. Assim foi com o Super-Homem, morto em 1993 e ressuscitado em 1994, Jean Grey, a Fênix de X-Men, em 1984 e 1986, Reed Richards (de Quarteto Fantástico), Ciclope (também de X-Men), Tia May (de Homem-Aranha) e vários outros ao longo dos anos. Em reportagem feita pela CNN, o editor-chefe da Marvel Comics, Joe Quesada comentou que em outros tempos a morte nos quadrinhos tinha pouco significado, mas que agora é diferente. "Tudo que peço para meus roteiristas é que se você for matar algum personagem, que essa morte tenha algum significado no escopo das coisas", afirmou.

Civil War

Para além do chamariz comercial que cerca a revista, a morte do Capitão América ganha um verniz político bastante delicado. Civil War revolucionou o mundo dos quadrinhos no ano passado e polarizou a definição de heroísmo.

Enquanto uns achavam que a atitude mais politicamente correta era se submeter à autoridade do governo, outros diziam que o anonimato é a mais válida expressão de altruísmo e cidadania. A controvertida inspiração do enredo veio de temas como o Patriot Act, a Guerra ao Terror e o 11 de Setembro.

"Qualquer criança sabia (do ataque terrorista) de 11 de setembro", disse Dan Buckley, presidente da Marvel Comics à CNN. "Se (ela) pudesse ver TV ela saberia o que foi o 9/11. Outras semelhanças com a realidade são apenas partes do enredo", completou. Ed Brubaker, escritor da revista, em entrevista ao NY Daily News, foi além. Segundo ele, "os leitores de esquerda gostariam de ver o Capitão fazendo discursos contra a administração (do presidente) Bush em cada esquina, e os leitores de direita gostariam de vê-lo nas ruas de Bagdá socando (o ex-ditador) Saddam (Hussein)".

O assassinato do herói em si tem outro parentesco com a realidade difícil de negar. De forma parecida que o herói dos quadrinhos, Lee Harvey Oswald, acusado de assassinar John F. Kennedy, foi morto a tiros numa transferência de prisão em 24 de Novembro de 1963.

Para o co-criador do Capitão América, Joe Simon, de 93 anos, a morte do personagem criado em 1941 às vésperas da entrada dos Estados Unidos na 2ª Guerra Mundial, "é um momento trágico." Com pesar, o velhinho atestou "Nós realmente precisamos dele agora".

Fonte: Estadão

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domingo, março 04, 2007

É o fim de Civil War, diz criador da história em quadrinhos

Civil War, um arco de histórias em quadrinhos da Marvel Comics

SÃO PAULO - A maré da história mudou. Para o lado vencedor da guerra civil que assola os Estados Unidos desde maio de 2006 a mensagem é clara: só é herói aquele que obedece ao governo americano. Pelo menos é assim que define Mark Millar, autor de Civil War, um arco de histórias em quadrinhos publicado pela Marvel Comics cuja última edição foi publicada na semana passada. Para o roteirista não se deve confiar em sujeitos que se acham no direito de praticar justiça sem respaldo legal.

"Você realmente gostaria que esses sujeitos fossem anônimos? Vigilantes não têm superpoderes e são ilegais. Super-heróis seriam um pesadelo", disse Millar em entrevista ao site especializado Newsarama. Uma ameaça pública devido ao tamanho de seus poderes, nas sete edições de Civil War, a população heróica da Marvel se divide a partir de uma lei do governo americano: todo super-ser mascarado deve ser registrado como um funcionário do Estado. Do contrário, caçado como um criminoso fora-da-lei.

Arregimentados por dois ícones dos quadrinhos, os heróis chegam finalmente aos termos do conflito no último número: Capitão América, líder do pólo anti-registro - a Underground Resistence - entrega-se à Tony Stark, o Homem de Ferro, à frente da Registration Initiative. Mas claro, isso só acontece depois do herói patriota dar no ferroso uma das mais colossais surras da história dos quadrinhos.

Tudo é superlativo

Não há adjetivos suficientes para descrever a mini-série. Tudo é superlativo a começar pelo próprio nome, Civil War, referência à Guerra de Secessão Americana. Conflito que durou de 1861 até 1865 durante o governo de Abraham Lincoln, a guerra civil teve o maior número de mortos da história americana, algo em torno de 970 mil pessoas. Nos gibis, da mesma forma, radicaliza-se o confronto. Invés da questão entre unionistas do Norte e confederados do Sul agora o ponto é a divergência sobre um dos pilares da identidade americana: essência de sua tradição, fundamento do país, a quase religiosa definição de herói. Ou no caso, um "super"-herói. Quem tem razão? Apesar de buscar tratar os dois lados com imparcialidade, o homem por trás de todo enredo entrega que sua opinião sobre o assunto sempre foi muito clara: "Eu seria o primeiro numa marcha em Washington DC pedindo para que os Sentinelas (um exército de super-robôs a serviço do governo) esmagassem esses malditos pois eu não gosto de ver edifícios sendo derrubados, e como sabemos, isso ocorreu em pelo menos uma das edições." Como ser humano, disse Millar, "eu apoiaria Tony (o Homem de Ferro) o tempo todo."

De forma geral e por definição, o herói de quadrinhos é um sujeito que age fora da lei porém em benefício dela. Batman, Homem-Aranha, Superman, Mulher-Maravilha, X-Men, todos, de uma maneira ou outra estão fora do aparelho legal e isso é parte daquilo que fascina os americanos há tantas décadas. No entanto, sinal dos tempos, Civil War mostrou que nos Estados Unidos pós-11 de setembro o tipo de conduta "extra-legal" é inaceitável.

Alegoria política

"Bom, fico hesitante de apontar qualquer alegoria política (em Civil War). Ela está lá para quem quiser ver, mas toda história que escrevo tende a se modelar mais pelas manchetes de jornais do que por quaisquer gibis que eu tenha lido", disfarçou Mark Millar, na entrevista ao site. Claro, se um gigante adormecido dá um simples suspiro tudo ao seu redor estremece em pavor. Que dirá então de uma agressão tão intensa à integridade americana como o terrorismo? Há pelo menos cinco anos, raras vezes os jornais americanos tiveram uma manchete que não falasse sobre "nação", "guerra ao terror", ou qualquer tema ligado à "segurança". Difícil negar, os quadrinhos, um dos canais mais banais do senso comum, manifesta as conseqüências culturais de uma realidade em transformação.

Na histórica segunda edição de Civil War, Peter Parker, o Homem-Aranha, revela ao público sua identidade secreta numa coletiva de imprensa a favor do registro de super-heróis. Evento divisor de águas para os quadrinhos, a ficção tem uma estranha familiaridade com as determinações do "Patriot Act", sigla de "Providing Appropriate Tools Required to Intercept and Obstruct Terrorism Act" (algo como "Lei de Provimento à Aquisição de Ferramentas Adequadas para Interceptar e Obstruir o Terrorismo").

Pacote de medidas aprovadas pelo Congresso americano em 2001 e ratificada em 2006, um dos itens do Patriot Act define como "terrorismo doméstico" atividades que "envolvam atos perigosos à vida humana que sejam violações das leis criminais dos Estados Unidos ou em qualquer estado" ou que "afetem a conduta governamental através de destruição em massa, assassinato ou seqüestro." Nesses termos nada seria mais politicamente correto do que a atitude do Homem de Ferro em manter uma legião de seres super-poderosos sob os auspícios do Estado antes que suas batalhas cheguem a proporções devastadoras.

É óbvio, o que está em questão não é a maneira como um gibi se inspira na realidade para criar suas histórias. Mas sim, por outro lado, aquilo que orienta a formulação de um ideal heróico. "Nós (os escritores) sentimos que o Capitão América ia vencer (a Guerra Civil) pois ele tinha 70 anos de tradição heróica nas costas, mas no decorrer da do enredo você percebe que ele está lutando contra a maré da história." Querendo atualizar o universo da Marvel, Mark Millar atesta: (O Capitão América) é aquele caubói que ainda sai por aí usando uma máscara quando todos seus amigos viraram xerifes."

Guerra era legítima

Talvez a opinião do autor não faça justiça àquilo que o Capitão América foi desde sua origem. Nos "bons tempos" da guerra contra o nazismo o inimigo tinha um rosto e endereço muito claros. A guerra era legítima. O projeto totalitário nazista supunha a dominação mundial em nome da hegemonia da raça ariana. Coisa de vilão profissional.

"Não aceitaremos um mundo de Hitler. (...) Só aceitaremos um mundo consagrado à liberdade de palavra e expressão (...) à liberdade das privações - à liberdade do medo." Estas palavras não vieram de qualquer herói dos quadrinhos, mas do então presidente americano Franklin D. Rosevelt em 27 de fevereiro de 1939, dois anos antes dos americanos entrarem na 2.ª Guerra Mundial. Mas enquanto a política falava o primeiro golpe em Hitler foi dado pelo Capitão América em outubro de 1941, mês do lançamento da edição número 1 da revista do herói, nada menos que dois meses antes do ataque à Pearl Harbor.

Novos tempos, posições tomadas, é hora de se perguntar sobre a sinceridade dos discursos. Segundo Millar, "nada que é nobre pode ser interpretado como imprudente, perigoso ou fatal." Para ele, os heróis tem uma tarefa muito clara. Ser um super-herói trata-se de tentar se superar, "e estes sujeitos querem apenas fazer do mundo um lugar melhor".

Rumos da história

Seja como for, o editor-chefe da Marvel, Joe Quesada, disse que os efeitos de Civil War ainda serão sentidos nos quadrinhos pelos próximos dez anos. Dentre eles, alguns pontos já ficaram claros. Os heróis que foram contra a iniciativa pró-registro foram mandados a uma tal "Zona Negativa". Instância dimensional fora da Terra, seus prisioneiros ficaram totalmente isolados do universo que conheceram.

Sua única alternativa foi colaborar com seus algozes ou perecer com o passar dos anos. Qualquer parentesco com Guantánamo deve ser mera coincidência, como diria Millar. Do alto de um porta-aviões aéreo, o Homem de Ferro e seus aliados mantém um olhar vigilante sobre cada detalhe da vida humana, sempre pronto a interferir quando necessário.

A verdade é que os rumos da história mudaram. O mundo que se deslumbrava diante das cores e ações de heróis mascarados parece ter se tornado menor e menos seguro. Civil War não deixa de ser uma excelente história em quadrinhos. Mas sua mensagem soa um tanto incômoda. Os heróis já não são mais como eram antigamente. Sob a guarda de uma força planetária super-poderosa. Quem garante que o mundo está em boas mãos?

Fonte: Estadão

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sábado, março 03, 2007

Preacher continua de onde parou; 100 Balas volta ao número um

A Pixel definiu a forma de publicação de parte dos títulos da linha Vertigo, selo adulto da editora norte-americana DC Comics. Preacher, de Garth Ennis, vai ser lançado do ponto onde a série tinha parado na antiga editora, a Devir. O formato será o mesmo, um pouco menor do que o original norte-americano. 100 Balas, título da Vertigo que saía pela Opera Graphica, vai voltar ao número um.

"O Preacher tem uma história editorial complicada no Brasil. Ele já foi publicado e republicado várias vezes. A gente achou muito ruim editar de novo", diz Odair Braz Junior, editor-chefe da Pixel. "Talvez a gente volte a lançar as primeiras edições. Mas bem lá pra frente."

O encadernado da Pixel -o quarto da série- está programado para julho. Antes, sai um especial com duas histórias soltas ligadas ao título principal: "The Story of You-Know-Who" (A História de Você-Sabe-Quem) e "Tall in the Saddle" (O Cavaleiro Altivo). Ambas já tinham sido publicadas no Brasil (em fevereiro de 1999 e agosto de 2000, respectivamente). Essa edição está prevista para maio.

As revistas serão publicadas em livrarias e bancas. Segundo a Pixel, com uma tiragem um pouco maior e a um preço "bem mais barato que na Devir". O último encadernado da antiga editora, lançado em dezembro do ano passado, custava R$ 46.

"A gente vai publicar materiais bacanas, mas com papel não tão luxuoso. É pra dar uma popularizada no material", diz Braz Junior.

100 Balas, série premiada de Brian Azzarello (texto) e Eduardo Risso (desenhos), também vai ser editada nesse esquema. A série vai voltar ao número um. O título vinha sendo publicado pela Opera Graphica. A última edição foi lançada na virada do ano (100 Balas - Blues para um Minuteman) e custava R$ 79.

Os primeiros títulos da Vertigo começam a ser lançados em abril. Pixel Magazine vai trazer histórias de Hellblazer (a partir do número 120 do original norte-americano) e Planetary, também do ponto onde parou na Devir. A revista terá cem páginas e vai contar também com outras histórias, em sistema de rodízio. O título não tem preço definido ainda. Deve custar entre R$ 8 e R$ 9.

A editora programou também um especial com as primeiras histórias de Neil Gaiman (autor de Sandman) feitas para a Vertigo. O título vai se basear no norte-americano Neil Gaiman: Midnight Days. Teve tradução literal no Brasil: Neil Gaiman: Dias da Meia-Noite.

A Pixel adquiriu os direitos de publicação da linha Vertigo no fim de janeiro (leia mais aqui). O acordo prevê também títulos de outros dois selos da DC: Wildstorm e ABC (que tem histórias de Alan Moore). Para esses materiais, não há nada programado até o momento.

Fonte: Blog dos Quadrinhos

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Ragú: um bom exemplo do que esperar do quadrinho nacional

É possível, sim, fazer quadrinho nacional de qualidade. Basta querer. É inevitável pensar algo assim após a leitura da última edição da Ragú (R$ 20), álbum que reúne histórias de diferentes autores brasileiros.

A obra foi lançada informalmente em Recife, Pernambuco, no começo de fevereiro. Chega agora às lojas especializadas em quadrinhos. Bem editado e, principalmente, bem escrito e desenhado, o álbum mostra uma série de 30 contos em quadrinhos, parte colorida, parte em preto-e-branco. São diferentes estilos, com diferentes conteúdos.

"Eu acho que essa é de longe a edição mais bem resolvida, tanto nas partes como no conjunto", diz por e-mail Christiano Mascaro (ou só Mascaro), 32 anos, o editor da obra. "O material dos colaboradores é de primeira. São trabalhos de expressão e conteúdo, cada qual na sua proposta."

A diversidade -aliada à qualidade- é um dos pontos altos deste sexto número da "Ragú", que foi criada entre 1999 e 2000. Há nomes famosos no mercado, como Osvaldo Pavanelli, Lelis, Guazzelli, Fabio Zimbres, Samuel Casal e o próprio Mascaro, que faz a capa da edição (sobre meninos de rua gigantes; é um conto à parte).

A edição traz também um "estranho no ninho", o alemão Hendrik Dorgathen, o único estrangeiro do grupo. Ele assina três histórias. "O contato com os colaboradores é via e-mail e telefone. Trocamos idéias sempre, gosto de falar com eles vez por outra", diz Mascaro, que divide a atividade com o cargo de editor de arte do "Diário de Pernambuco".

A história da Ragú, que não tem uma periodicidade certa, já passou por editoras de quadrinhos. Um dos número foi lançado pela Via Lettera. Esta edição volta à independência. Ou quase independência. A obra contou com um patrocinador e com verba da Lei de Incentivo Municipal à cultura, bancada pela prefeitura de Recife.

Fomento governamental à cultura e parceria entre autores têm sido a saída encontrada para publicar quadrinhos no Brasil. É o mesmo caminho da Front, editada pela Via Lettera, e de várias outras revistas independentes têm surgido recentemente. A Ragú é um bom parâmetro da qualidade que uma iniciativa assim pode atingir.

Fonte: Blog dos Quadrinhos

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quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Spoiler: World War Hulk e a Gamma Corps

No meio de toda a saga World War Hulk, Frank Tieri diz que está com o pelotão mais perigoso para a saúde do Gigante Esmeralda: os Gamma Corps.

"Eles não são nada amigos do Hulk", diz Tieri. "Na verdade, pode pensar que é o pior pelotão que o Hulk já viu. Imagine a tropa do primeiro filme do Predador com poderes gama."

O roteirista revela que um vilão do Hulk retornará: "A equipe será administrada pelo General Ryker, vilão do Hulk criado por Paul Jenkins que apareceu muito pouco nos últimos tempos. Mas ele está na SHIELD, e reuniu essa equipe, com soldados movidos pela vingança."

Com arte de Carlos Ferreira e capas de Stefane Roux, World War Hulk: Gamma Corps começa a sair em julho.


Fonte: HQ Maniacs

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terça-feira, fevereiro 27, 2007

Thor retorna ao Universo Marvel

ThorThor, o poderoso Deus do Trovão, finalmente voltará ao Universo Marvel, depois de dois anos de ausência.
A série terá roteiro de J. Michael Straczynski, que em breve se afastará da revista do Homem-Aranha, e arte de Oliver Coipel.

Straczynski deverá explorar o que aconteceu com Thor e Asgard depois do Ragnarok.

O mistério de quem pegou o martelo de Thor, em Fantastic Four #537, será esclarecido.

Thor irá examinar os eventos de Asgard e sua relação com o resto do Universo Marvel.


Thor


Fonte: Universo HQ

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Mark Millar fala sobre novos projetos

Civil War, a mega-saga que abalou a Marvel nos últimos tempos, chegou ao seu final. Seu idealizador, o roteirista Mark Millar, comentou em recente entrevista sobre os rumos que irá tomar agora.

Millar revelou que está escrevendo uma nova série, com Bryan Hitch cuidando dos desenhos. Os detalhes devem ser revelados uma semana após o lançamento da edição final dos Supremos, que também é da dupla. E por falar em Ultimates v2 #13, Millar revelou que a revista já está sendo colorida. "E há uma coisa especial na edição que fará com que a impressão demore um mês extra. Não quero estragar a surpresa, mas vocês verão o que quero dizer".

Outro projeto de Millar para a Marvel envolve seu retorno a um título em que já trabalhou. Segundo ele, há um grande artista envolvido, e mais detalhes serão divulgados no fim do ano. A única pista que Millar deu é que Blade é uma parte importante do projeto.

E logo depois, 1985, projeto inspirado no modelo das fotonovelas, e que no momento está sendo desenhado por Tommy Lee Edwards, será publicado.

Fonte: HQ Maniacs

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segunda-feira, fevereiro 26, 2007

NY Comic Con: World War Hulk

Atenção! Esta notícia contém spoilers, com revelações de eventos que ainda não foram publicados no Brasil.

Na primeira grande palestra da New York Comic Con, uma equipe da Marvel Comics deu mais detalhes sobre o próximo grande evento da editora: World War Hulk. Estavam presentes o editor-chefe da casa, Joe Quesada, os editores Bill Rosemann e Mark Paniccia, os roteiristas Christos Gage, Frank Tieri e Greg Pak, além do diretor de marketing Jim McCann.

Os números #104 e #105 do gibi mensal do Hulk apresentarão a conclusão do arco Planet Hulk. A seguir, em maio, virá a edição especial World War Hulk: Prologue. Escrita por Peter David, a edição, como o nome diz, é uma prévia do grande evento, cuja história principal será contada na mini-série em cinco partes World War Hulk, escrita por Greg Pak com arte de John Romita Jr. e Klaus Janson.

Pak afirmou que a idéia do Hulk enfrentando todo o panteão da Marvel já existia antes mesmo de Civil War. Já a história, disse ele, será recheada de pancadaria; nela, após o Illuminati (grupo formado por Professor X, Dr. Estranho, Sr. Fantástico, Namor, Homem de Ferro e Raio Negro) considerar o Hulk incontrolável e exilá-lo no espaço (no arco Planet Hulk), ele consegue retornar a Terra, com uma idéia muito diferente sobre quem são os verdadeiros monstros.

Quatro das cinco capas da mini, desenhadas por Romita Jr., foram apresentadas ao público. Cada uma delas exibe o Hulk lutando contra diversos personagens da Marvel. Juntas, elas formam um painel. Quesada afirmou que esta história, segundo ele a mais emocional do Hulk em muito tempo, será uma espécie de sorbet, com a qual os leitores poderão "limpar o paladar" após os acontecimentos de Civil War.

A extensão do evento no título regular do Hulk se dará nas edições #106 a #109. Os roteiros também serão de Pak, com arte de Gary Frank. Nelas, serão mostradas histórias paralelas, focadas em personagens que um dia foram amigos ou aliados do Golias Esmeralda, que agora precisam decidir de que lado estão. Dois personagens criados por Pak, Mastermind Excello (de Amazing Fantasy #15) e Amadeus Cho estarão entre os rostos familiares que aparecerão no arco. O roteirista disse ainda que a edição #106 focará a Mulher-Hulk, a #107 trará Namor e uma grande revelação será feita na edição #109.
Como em Civil War, os repórteres Ben Urich e Sally Floyd mostrarão seu olhar sobre tais eventos na mini em seis partes World War Hulk: Front Line, escrita por Paul Jenkins, com arte de Ramon Bachs e que será publicada entre junho e setembro. Haverão também histórias secundárias, como a da Costume Division, segundo Jenkins uma mistura de Missão Alien e Law & Order. Nela, Danny Grandville, namorado de Sally, investigará alguns crimes estranhos. As edições #2 a #5 também mostrarão histórias de duas páginas com um olhar cômico sobre a situação, desenhadas por Chris Moreno.

Haverão ainda outras duas mini-séries relacionadas. A primeira é World War Hulk: Gamma Corps, em quatro partes, escrita por Frank Tieri e desenhada por Carlos Ferreira. Nela, o General Ryker reúne uma unidade militar criada especificamente para derrotar o Hulk. A outra é World War Hulk: X-Men, em três partes, escrita por Christos Gage, com arte de Andrea DiVito e capas deEd McGuiness. Nesta história, o Hulk resolve tomar algumas satisfações do Professor X que, apesar de não estar presente na reunião que decidiu o exílio do Hulk, era membro do Illuminati.

Outros títulos terão edições relacionadas ao evento: Avengers: The Iniciative (#4), Irredeemable Ant Man (#6), Ghost Rider (#12 e 13) e Heroes for Hire (#11 a #14), que destacará o personagem Zumbido, cuja habilidade de se comunicar com insetos permitirá que ele interaja com os seres que o Hulk trouxe consigo. Os Jovens Vingadores também estrelarão uma edição especial, escrita por Jeph Loeb e David Finch. Mas será em Iron Man #19 e #20 que as coisas ficarão complicadas. Afinal, após os eventos de Civil War, os agentes da SHIELD estão sob o comando de Tony Stark, o que dificulta a vingança do Golias Esmeralda contra o também membro do Illuminati.

Fonte: HQ Maniacs

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NY Comic Con: Marvel [e pós-Civil War]

Atenção. Esta notícia contém spoilers, com revelações de eventos que ainda não foram publicados no Brasil.

A Marvel fez vários anúncios nesta New York Comic Con:

Os artistas Stefano Caselli e Barry Kitson assinaram contratos de exclusividade com a editora. "Eu já estava saindo da revista da Legião de Super-Heróis quando a Marvel me chamou. Acho que isso é destino", disse Kitson. "A Marvel confia em mim e espero retribuir."

Namor, O Príncipe Submarino, ganhará em junho uma mini-série chamada Sub-Mariner: Revolution. Os roteiros serão de Peter Johnson e Matt Chernis, com arte por Phil Briones. A trama mostrará os efeitos da Civil War em Namor e seu povo, os atlantes. Participarão da série Tony Stark, Charles Xavier, Wolverine, os Illuminati, Nitro e Howard, o Pato.

A mini-série The Initiative, que mostrará as 50 equipes do governo dos Estados Unidos, trará uma nova personagem: Kimono, um estudante de Curt Connors que roubou seu soro de Lagarto. Além disso, um personagem ligado aos X-Men aparecerá na história. Os X-Men em si não trabalharão para o Governo, mas são registrados desde o final de Dinastia M.

Foi divulgado que os roteiristas Dwayne McDuffie e Reginald Hudlin estão conversando para definir como se dará a entrada do Pantera Negra e Tempestade no Quarteto Fantástico. McDuffie escreve a série do Quarteto, enquanto Hudlin comanda a revista do Pantera.

Nova encontra Penance - anteriormente conhecido como Speedball - na terceira edição de sua revista. A revista lidará com Nova sabendo do ocorrido em Civil War. Além disso, Nova poderá enfrentar o Hulk em World War Hulk.

Paco Medina será o artista da nova série dos New Warriors (Novos Guerreiros), que será escrita por Kevin Grevioux. Na capa do número 1 pode estar um personagem conhecido agindo disfarçado. A série contará com vários personagens novos: Sophia (controla vento, frio e calor), War Hawk (voa e carrega armas), Decibel (poderes sônicos), Ripcord e Renascence, entre outros.

Thor terá sua nova série lançada em julho.

Matt Fraction e Barry Kitson comandarão uma nova série dos Campeões, com heróis criados em Civil War. A equipe será a que se baseará na Califórnia, dentro do projeto em que cada um dos 50 Estados dos EUA terá uma equipe. "Será uma experiência social do Homem de Ferro, reunindo pessoas perdidas em suas vidas que receberão poderes e codinomes como Afrodite, Hermes e Poseidon. Porém, quando um integrante sai, ele é retirado do projeto e substituído por outro igual, que tenha os mesmos poderes e exerça a mesma função dentro da estrutura da equipe. Não existe ligação afetiva", disse Fraction. Nenhum membro deve ficar no grupo por mais de um ano, já que os poderes dados a cada um têm duração de um ano.

Brian Bendis e Alex Maleev preparam dois especiais. O primeiro, Civil War: The Confession, focará Homem de Ferro e Capitão América. O outro será parte do projeto The End, com possíveis finais, com o Demolidor.

Os Vingadores Centrais (que recentemente mudaram de nome para X-Men Centrais e, depois para Defensores Centrais e posteriomente, Campeões Centrais), podem mudar de nome para Iniciativa Central, segundo o escritor Dan Slott. Um novo especial contará com a participação de Deadpool. O especial pode ter Fabian Nicieza como co-escritor.

O Mandarim voltará na revista do Homem de Ferro em breve. Rob Tellatore assume a arte da revista a partir do #15.

Um novo escritor para Spider-Man Loves Mary Jane será anunciado em breve, já que Sean McKeever foi para a DC.


Fonte: HQ Maniacs

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NY Comic Con: mais novidades da Marvel

Atenção. Esta notícia contém spoilers, com revelações de eventos que ainda não foram publicados no Brasil.

Em uma das tradicionais sessões de perguntas e respostas que o editor-chefe da Marvel Comics, Joe Quesada, costuma promover em convenções, o público da New York Comic Con pôde conhecer mais algumas novidades que a editora vem preparando para seus leitores. Além de Quesada, estavam presentes os editores Bill Rosemann e Dan Buckley, o roteirista Christos Gage e o artista Arthur Suydam.

Primeiramente, Quesada mostrou uma série de slides, apresentando alguns dos próximos lançamentos da Marvel. A primeira foi a mini-série do Homem-Aranha chamada One More Day, escrita por J. Michael Straczynski com arte do próprio Quesada. Em seguida, anunciou Daredevil: End of Days, escrita por Brian Michael Bendis e desenhada por David Mack, Klaus Janson, Bill Sienkiewicz e Alex Maleev, que mostrará a "última" história do Demolidor, como já foi feito, entre outros, com Hulk e os X-Men.

Em seguida, foi anunciado que Arthur Suydam, responsável pelas capas de Zumbis Marvel, assinou um contrato de exclusividade com a editora; outro artista agora exclusivo da Marvel é o também capista Marko Djurdjevic. Quesada afirmou que tentará convencê-los a produzir também arte interna. Em seguida, ele passou a palavra a Rosemann, que anunciou as mini-séries que irão compor o evento Annihilation: Conquest, continuação do evento Aniquilação, que envolveu os personagens cósmicos da Marvel.

O especial Annihilation: Conquest Prologue será escrito por Dan Abnett e Andy Lanning, desenhado por Brian Denham com capa de Aleksi Briclot, e será lançado em junho. Annihilation: Conquest: Quasar terá roteiros de Christos Gage, arte de Eric Basaldua e Rick Basaldua, com capas de Matt Wilson e lançamento marcado para julho; a mini-série, descrita pelos criadores como uma "Joana D´Arc espacial", trará Quasar e Serpente da Lua em uma busca que será importante para a saga como um todo.

Em Annihilation: Conquest: Starlord, escrita por Keith Giffen, desenhada por Timothy Green II e com capas de Nic Klein, o Senhor das Estrelas original é enviado em uma missão suicida e acaba se unindo a um bando de desajustados que inclui Groot, Capitão Universe, Deathcry, Mantis, Rocket Raccoon e o Besouro dos Micronautas; o lançamento será em julho. E Annihilation: Conquest: Wraith, escrita por Javier Grillo-Marxuach, desenhada por Kyle Hotz e com capas de Clint Langley, também marcada para julho, apresentará o novo personagem Wraith, que terá uma aura de velho oeste, mas mais tenebroso do que os antigos heróis espaciais da Marvel.

E finalmente Annihilation: Conquest, escrita também por Dan Abnett e Andy Lanning, com desenhos de Tom Raney e capas de Aleksi Briclot, que irá durar de novembro deste ano até abril de 2009. Além disso, quatro edições da série contínua do Nova terão ligação direta com o evento.

Quesada retomou a palavra para dizer que Orson Scott Card irá escrever uma nova história de Ender´s Game, chamada "The Gold Bug", que irá aparecer apenas na edição de capa dura de Red Prophet, que será lançado em julho e reúne as seis primeiras edições do título. Já Dan Buckley anunciou uma coletânea com as 100 capas de Ultimate Spider Man, desenhadas por vários artistas, cujo lucro das vendas será revertido para a organização Hero Iniciative, que luta pelos direitos dos profissionais dos quadrinhos. Uma nova mini de Halo, com Brian Bendis nos roteiros e Alex Maleev nos desenhos, está em fase de produção, e Marvel Apes, que nasceu como uma piada em uma convenção, vai mesmo virar realidade.
E na mesma semana em que o filme dos Transformers será lançado, uma mini-série os reunirá com os Novos Vingadores. Escrita por Stuart Moore e desenhada por Tyler Kirkman, a história se passa em uma Terra paralela, pré-Civil War, onde os personagens coexistiram pacificamente, sem terem se encontrado até o momento. A aventura se dá entre os dois primeiros arcos do título dos Novos Vingadores e depois dos arcos Infiltration e Escalation dos Transformers, da editora IDW. Estarão na mini Capitão América, Homem de Ferro, Luke Cage, Homem-Aranha, Ms. Marvel e Falcão, do lado dos Vingadores; e Bumblebee, Ratchet, Prowl, Jazz, Wheeljack e Optimus Prime, dos Transformers.

O catalisador do encontro será a deflagração de uma guerra entre as nações de Symkaria e Latvéria. Numa tentativa de neutralizar o conflito, a SHIELD convoca o Capitão América e seus companheiros para investigar um misterioso objeto que aparece no meio da batalha entre os dois países. É quando os Transformers entram na história.

Focando os personagens místicos da editora, a mini-série em quatro partes Mystic Arcane será lançada em junho. Ela foi idealizada pelo artista David Sexton, que afirmou que seu objetivo com este trabalho era estabelecer algumas regras básicas para a magia no Universo Marvel. Cada uma das quatro edições focará um personagem; elas serão interligadas pelos Arcanos Menores do tarô, que correspondem aos quatro elementos (água, terra, ar e fogo).

Mystic Arcana Book I (ar) se passará no antigo Egito, em uma espécie de Era de Ouro para a mágica no Universo Marvel; a história será estrelada por Magia (Illyana Rasputin) e escrita por Louise Simonson, com arte de Steve Scott. Mystic Arcana Book II (terra), escrito por Roy Thomas, mostrará o Cavaleiro Negro, Camelot e a Távola Redonda. A jovem Feiticeira Escarlate, em seus tempos de cigana, estrela Mystic Arcana Book III (água), escrito por Jeff Parker com arte de Juan Santacruz. E a novata Irmã Grimm, também conhecida como Nico Munro, luta contra a paixão que ameaça a ela e seus amigos em Mystic Arcana Book IV (fogo), escrito por C.B. Cebulski.

Agora respondendo às perguntas dos fãs, Quesada afirmou que Adam Warlock pode retornar, caso surja a história certa; a próxima personagem a morrer será Squirrel Girl; que os leitores ainda vão ouvir falar do Gavião Arqueiro; um novo título ou mini de Manto & Adaga não está descartado (seguido pelo roteirista Cebulski dizendo que já entregou mais de vinte plots com os personagens para Quesada e ele recusou todos, mais uma vez por estar esperando "a" história), e que haverá um anúncio envolvendo uma nova série contínua dos Jovens Vingadores.

A série Punisher: War Journal terá edições ligadas a Iniciative; perguntado sobre um "verdadeiro" retorno de Nick Fury, não apenas com as aparições nas páginas de Capitão América, Quesada disse apenas "talvez"; Ultimates (Supremos, no Brasil) #13 deve finalmente sair em abril ou maio; mais material de Nextwave, a série de heróis de segunda classe da Marvel, depende do desenhista Stuart Immonen, pois seu criador Warren Ellis afirmou que ele é essencial ao título; o desenhista Joe Madureira está finalizando a segunda edição de Ultimate 3, o que significa que a série não irá demorar para ser lançada após a conclusão do volume anterior.

Continuando, Quesada afirmou que o roteirista Damon Lindeloff entregou o argumento da terceira edição de Ultimate Wolverine/Hulk, que o quarto deverá estar em suas mãos em breve, e que o atraso da mini também preocupou Lindeloff, cujo tempo é bastante exigido pela telessérie Lost, da qual é produtor; Ultimate Iron Man 2 já tem dois roteiros de Orson Scott Card prontos, mas a produção só irá começar quando toda a equipe estiver definida; Eddie Brock voltará a aparecer como Venom em uma edição de Sensational Spider-Man; o destino de Illyana Rasputin após Dinastia M será revelado a partir de New X-Men #37; e um gibi trará uma nova galeria de vilões.

McCann afirmou que um anúncio sobre o futuro do Esquadrão Supremo será feito em breve; Quesada disse que Surpreendentes X-Men continua mesmo depois da saída do roteirista Joss Whedon, e que um anúncio sobre o assunto seria feito em breve; Irredeemable Ant-Man #6 responderá a questão sobre a entrada do personagem, juntamente com o antigo Homem-Formiga, em alguma equipe dos Vingadores; e quando um garoto perguntou sobre a possibilidade de uma história em que o simbionte Venom dominasse o Hulk, arrancando exclamações de surpresa dos presentes, Quesada disse: "Pak, anote isso. E aí vai uma novidade exclusiva, esse garoto é o novo roteirista de Poderosos Vingadores. Bendis, você está demitido."

Foi revelado ainda que estão trabalhando em um retorno do personagem Omega the Unknown, mas Quesada afirmou que esse é um caso em que há tempo, visto que Omega é independente no Universo Marvel; quando foi perguntado se haveria mais material de Livewires, título de Adam Warren, foi dito que os leitores deveriam checar a terceira edição de Iron Man: Hypervelocity; e que estão pensando em uma seqüência para Agents of Atlas, dadas as boas vendas do título.


Fonte: HQ Maniacs

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sábado, fevereiro 24, 2007

Truman Capote em quadrinhos

A editora Devir lançará em março no Brasil o álbum Capote no Kansas, com roteiro de Ande Parks e arte de Chris Samnee.


Assim como no filme Capote, em que Philip Seymour Hoffman interpreta e incorpora o escritor, a HQ também retrata o período em que Capote apurava e escrevia o romance "A sangue frio", livro-reportagem sobre o múltiplo homicídio de uma famíla no Kansas cometido por dois ladrões: Richard Hickock e Perry Smith.


Publicado nos EUA pela Oni Press no ano passado, como comentado anteriormente, o livro vai um pouco mais longe do que o filme na relação de Capote com Smith, ousando mostrar até um beijo que teria ocorrido entre os dois na cela do assassino enquanto ele aguardava sua execução.


Fonte: Gibizada

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sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Civil War chega ao fim no Universo Marvel

Após meses de atraso e muito fã da Marvel roendo as unhas, a edição 7 de Civil War chegou às comic shops dos EUA na última quarta-feira, concluindo a saga mais comentada do ano nos quadrinhos.

O trabalho do escritor Mark Millar e do desenhista Steve McNiven mostra uma racha entre os heróis Marvel no momento em que, após um acidente envolvendo os Novos Guerreiros que causa a morte de centenas de civis, o governo dos EUA decide registrar todos os seres super-poderosos do país. Alguns heróis, liderados pelo Homem de Ferro, apóiam a lei, enquanto outro, liderados pelo Capitão América, passam a agir na clandestinidade contra a medida autoritária.

O final da saga, após meses de provocação da Marvel, deixou os fãs... Bom, se você quer saber de tudo, leia o resto da matéria.

No conflito final entre as forças do Capitão América e do Homem de Ferro, o primeiro lado acaba levando vantagem. O Capitão está prestes a enfiar o escudo na cara do antigo amigo Tony Stark, quando é impedido por civis - que lhe fazem ver a destruição que a briga entre heróis causou a Nova York. Considerando-se culpado por tudo, Steve Rogers entrega-se à polícia e é levado para a prisão.

O que se segue é uma seqüência de desenvolvimentos que vão afetar o Universo Marvel nos próximos meses:

- Homem de Ferro dá início ao projeto A Iniciativa, que consiste em colocar uma equipe de super-heróis (registrados, claro) em cada um dos 50 estados dos EUA;

- A prisão para heróis e vilões que recusam o registro continua a funcionar na Zona Negativa;

- Heróis que não concordam com a medida mudam-se para outros países; Agente Americano e Bill Raio Beta vão para o Canadá formar a Tropa Ômega;

- O Homem-Aranha volta a usar o uniforme negro (o motivo será melhor explicado nas revistas do personagem);

- Susan Storm volta para Reed Richards, mas o futuro do casamento ainda é incerto; o que se sabe é que os dois serão substituídos por outro casal no Quarteto Fantástico: Pantera Negra e Tempestade;

- Tony Stark vira diretor da S.H.I.E.L.D., e revela que o registro de heróis foi só uma das "cem idéias escritas por Reed, Hank [Pym] e eu (...) para tornar o mundo um lugar mais seguro", portanto, parte de um longo plano que eles continuarão a executar;

- Os Vingadores ficam divididos entre equipes de heróis registrados e heróis não-registrados - os primeiros aparecerão na série New Avengers, os segundos na nova revista The Mighty Avengers (em março);

- Mais heróis ganharão novas séries a partir de junho: Os Campeões, Novos Guerreiros e Namor (que tem participação rápida mas importante no último número de Civil War);

Ainda há várias edições especiais pela frente. Em março, Civil War: The Initiative mostra o início da Iniciativa; Civil War: Battle Damage Report é um relatório do estrago que a batalha entre heróis causou a Nova York; e Civil War: The Confession revela o futuro da relação entre Capitão América e Homem de Ferro. A minissérie Avengers: The Initiative começa em abril, mostrando a instalação das super-equipes de cada estado. Por fim, a série de especiais Civil War: Fallen Son, de abril a maio, mostra o efeito particular da guerra em alguns heróis: Wolverine, Vingadores, Capitão América, Homem-Aranha e Homem de Ferro.

Para quem esperava a morte de um grande herói em Civil War - apostava-se em Capitão América ou Homem de Ferro -, o final foi bastante anticlimático. Porém, pelo que a Marvel demonstra, ainda não foi bem o fim. O que Civil War realmente fez foi mexer com o universo de heróis, com mudanças que serão sentidas pelo menos durante todo 2007. A guerra continua.

Fonte: Omelete

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Divulgada arte de Marvel Zombies: Dead Days

O artista Sean Phillips divulgou uma arte inacabada de Marvel Zombies: Dead Days. A premissa do especial é mostrar o Zumbiverso antes dos heróis virarem zumbis, explorando também a transformação dos personagens em zumbis.

Como anunciado anteriormente, Phillips não só desenhará como também fará a arte-final do especial. Robert Kirkman, autor de Zumbis Marvel, escreve o one-shot de 48 páginas.

Fonte: HQ Maniacs

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Diretores de The Astronaut Farmer criam HQ

Mark e Michael Polish, diretores que estão rumando para o estrelato com o bem comentado The Astronaut Farmer, anunciaram esta semana uma HQ desenvolvida para a editora norte-americana BOOM Studios.

Salvador (sem relação com a capital bahiana) estrela um personagem homônimo que, fruto de experimentos genéticos, é mais leve que uma pena e tão frágil quanto, e usa poderes especiais para salvar seu mundo. Confira uma prévia ao lado.

A série é co-roteirizada pelos Polish e o escritor Sebastian A. Jones, com desenhos de Steph Stamb e capas de J.K. Woodward.

A primeira edição sai em abril nos EUA.

Fonte: Omelete

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Jeff Smith criará HQ de ficção científica

O criador de Bone, Jeff Smith, está maravilhando os leitores dos EUA com sua primeira HQ em anos, a minissérie Shazam! The Monster Society of Evil. E já começou a falar do seu próximo projeto pessoal.

Segundo a revista Wizard, o próximo trabalho de Smith será no gênero da ficção científica, explorando sua fascinação com ciência, sonhos e metafísica. E será sua volta ao trabalho independente, como Bone.

O autor ainda não falou o nome do projeto nem deu mais detalhes. Como atualmente está envolvido com Shazam!, com a colorização de todo seu Bone e com uma turnê internacional, é bom os fãs esperarem sentados pela sua próxima criação.

Fonte: Omelete

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quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Lançada a versão definitiva de Batman: O Cavaleiro das Trevas

Foi lançado ontem nas comic shops o encadernado de luxo de Batman: O Cavaleiro das Trevas, escrito e desenhado por Frank Miller.

O encadernado era programado para dezembro pela Panini, mas saiu só agora, reunindo a clássica minissérie original, feita em meados dos anos 80, e sua continuação, lançada nos anos 2000.

Nas duas, o foco é Bruce Wayne já velho, com 50 e 60 anos, respectivamente, tendo que voltar a lutar contra o crime em um futuro destruído pelo caos e pela violência. Além disso, o encadernado de 516 páginas conta com diversos extras, entre eles esboços, capas originais e trechos do roteiro.

Batman: O Cavaleiro das Trevas - Edição Definitiva, é um lançamento em capa dura, formato Panini (levemente maior que o formato americano), com papel LWC. O preço é R$ 95,90.

Fonte: HQ Maniacs

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Ghost Whisperer ganha gibi online

O seriado Ghost Whisperer, estrelado por Jennifer Love Hewitt, conta a história de uma mulher que vê e ouve fantasmas, e os ajuda a solucionarem suas pendências.

Agora a série ganha histórias em quadrinhos online, que visarão complementar episódios ou acrescentar elementos na mitologia da série. Algo semelhante é feito com o seriado Heroes.

Para acessar o gibi, clique aqui. O material é produzido pela Slam Internet, de Ron Frenz.


Fonte: HQ Maniacs

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quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Sandman: Vidas Breves em pré-venda

Já está em pré-venda pela Conrad, mais uma edição de luxo de Sandman. Vidas Breves, o sétimo volume da saga do Mestre dos Sonhos de Neil Gaiman, é focado na sua irmã caçula, Delírio. Com saudades de seu irmão Destruição, que abandonou seu reino há 300 anos, Delírio parte em uma perigosa jornada e fará de tudo para encontrá-lo. Porém, ela não estará sozinha: seu irmão Sonho, desiludido com seu amor perdido, decide acompanhá-la. A edição é ilustrada por Jill Thompson (Morte, A Festa e Dead Boy Detectives, já lançados pela Conrad) e arte-finalizada por Vince Locke.

Também já estão a venda, a 13ª edição definitiva de Dragon Ball, o volume 4 de Battle Royale, entre outras novidades. Você pode conferir todas no site da Loja Conrad.

Sandman: Vidas Breves tem formato 19 x 28,2 cm, 264 páginas e custa R$66,00. Dragon Ball: Edição Definitiva #13 tem formato 14 x 21 cm, 240 páginas e custa R$19,90. Battle Royale #4 tem formato 13,4 x 20,2 cm e custa 224 páginas.

Fonte: HQ Maniacs

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Joe Quesada revela novidades da Marvel

O editor-chefe da Marvel, Joe Quesada, divulgou algumas novidades da Marvel:

* Khari Evans, agora exclusivo da editora, desenhará uma continuação de Shanna. A primeira mini-série foi de Frank Cho. Os roteiros serão de Justin Gray e Jimmy Palmiotti;

* Roberto Aguirre-Sacasa está com um projeto envolvendo o "fim do mundo". Ele já vinha colocando pistas em suas séries, como Nightcrawler, 4 e Sensational Spider-Man;

* Joss Whedon ficará somente por seis edições em Runaways. O primeiro anúncio dizia que ele seria o novo escritor fixo, com a saída de Brian K. Vaughan, co-criador da série;

* Os X-Men terão um crossover no meio do ano, que envolve a diminuição de mutantes vivos no planeta.


Fonte: HQ Maniacs

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