quinta-feira, março 08, 2007

Crepúsculo dos deuses: morre o herói dos quadrinhos

Cena na nova história do Capitão América

SÃO PAULO - O Capitão América está morto. A história do assassinato do super-herói está na revista de n.º 25 lançada nesta quarta-feira, 7, nos Estados Unidos. Desafiando a lei de registro aos super-heróis, mote de Civil War, Steve Rogers, o Capitão América, defendia que os heróis deveriam ser anônimos e não funcionários do governo. Foi preso por seu ex-colega, Homem de Ferro. A caminho do tribunal aonde seria julgado, o herói foi alvejado com dois tiros.

Quem é fã de quadrinhos pode ficar desconfiado com a notícia. Afinal nenhuma morte parece durar muito nas páginas de super-heróis. Assim foi com o Super-Homem, morto em 1993 e ressuscitado em 1994, Jean Grey, a Fênix de X-Men, em 1984 e 1986, Reed Richards (de Quarteto Fantástico), Ciclope (também de X-Men), Tia May (de Homem-Aranha) e vários outros ao longo dos anos. Em reportagem feita pela CNN, o editor-chefe da Marvel Comics, Joe Quesada comentou que em outros tempos a morte nos quadrinhos tinha pouco significado, mas que agora é diferente. "Tudo que peço para meus roteiristas é que se você for matar algum personagem, que essa morte tenha algum significado no escopo das coisas", afirmou.

Civil War

Para além do chamariz comercial que cerca a revista, a morte do Capitão América ganha um verniz político bastante delicado. Civil War revolucionou o mundo dos quadrinhos no ano passado e polarizou a definição de heroísmo.

Enquanto uns achavam que a atitude mais politicamente correta era se submeter à autoridade do governo, outros diziam que o anonimato é a mais válida expressão de altruísmo e cidadania. A controvertida inspiração do enredo veio de temas como o Patriot Act, a Guerra ao Terror e o 11 de Setembro.

"Qualquer criança sabia (do ataque terrorista) de 11 de setembro", disse Dan Buckley, presidente da Marvel Comics à CNN. "Se (ela) pudesse ver TV ela saberia o que foi o 9/11. Outras semelhanças com a realidade são apenas partes do enredo", completou. Ed Brubaker, escritor da revista, em entrevista ao NY Daily News, foi além. Segundo ele, "os leitores de esquerda gostariam de ver o Capitão fazendo discursos contra a administração (do presidente) Bush em cada esquina, e os leitores de direita gostariam de vê-lo nas ruas de Bagdá socando (o ex-ditador) Saddam (Hussein)".

O assassinato do herói em si tem outro parentesco com a realidade difícil de negar. De forma parecida que o herói dos quadrinhos, Lee Harvey Oswald, acusado de assassinar John F. Kennedy, foi morto a tiros numa transferência de prisão em 24 de Novembro de 1963.

Para o co-criador do Capitão América, Joe Simon, de 93 anos, a morte do personagem criado em 1941 às vésperas da entrada dos Estados Unidos na 2ª Guerra Mundial, "é um momento trágico." Com pesar, o velhinho atestou "Nós realmente precisamos dele agora".

Fonte: Estadão

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domingo, março 04, 2007

É o fim de Civil War, diz criador da história em quadrinhos

Civil War, um arco de histórias em quadrinhos da Marvel Comics

SÃO PAULO - A maré da história mudou. Para o lado vencedor da guerra civil que assola os Estados Unidos desde maio de 2006 a mensagem é clara: só é herói aquele que obedece ao governo americano. Pelo menos é assim que define Mark Millar, autor de Civil War, um arco de histórias em quadrinhos publicado pela Marvel Comics cuja última edição foi publicada na semana passada. Para o roteirista não se deve confiar em sujeitos que se acham no direito de praticar justiça sem respaldo legal.

"Você realmente gostaria que esses sujeitos fossem anônimos? Vigilantes não têm superpoderes e são ilegais. Super-heróis seriam um pesadelo", disse Millar em entrevista ao site especializado Newsarama. Uma ameaça pública devido ao tamanho de seus poderes, nas sete edições de Civil War, a população heróica da Marvel se divide a partir de uma lei do governo americano: todo super-ser mascarado deve ser registrado como um funcionário do Estado. Do contrário, caçado como um criminoso fora-da-lei.

Arregimentados por dois ícones dos quadrinhos, os heróis chegam finalmente aos termos do conflito no último número: Capitão América, líder do pólo anti-registro - a Underground Resistence - entrega-se à Tony Stark, o Homem de Ferro, à frente da Registration Initiative. Mas claro, isso só acontece depois do herói patriota dar no ferroso uma das mais colossais surras da história dos quadrinhos.

Tudo é superlativo

Não há adjetivos suficientes para descrever a mini-série. Tudo é superlativo a começar pelo próprio nome, Civil War, referência à Guerra de Secessão Americana. Conflito que durou de 1861 até 1865 durante o governo de Abraham Lincoln, a guerra civil teve o maior número de mortos da história americana, algo em torno de 970 mil pessoas. Nos gibis, da mesma forma, radicaliza-se o confronto. Invés da questão entre unionistas do Norte e confederados do Sul agora o ponto é a divergência sobre um dos pilares da identidade americana: essência de sua tradição, fundamento do país, a quase religiosa definição de herói. Ou no caso, um "super"-herói. Quem tem razão? Apesar de buscar tratar os dois lados com imparcialidade, o homem por trás de todo enredo entrega que sua opinião sobre o assunto sempre foi muito clara: "Eu seria o primeiro numa marcha em Washington DC pedindo para que os Sentinelas (um exército de super-robôs a serviço do governo) esmagassem esses malditos pois eu não gosto de ver edifícios sendo derrubados, e como sabemos, isso ocorreu em pelo menos uma das edições." Como ser humano, disse Millar, "eu apoiaria Tony (o Homem de Ferro) o tempo todo."

De forma geral e por definição, o herói de quadrinhos é um sujeito que age fora da lei porém em benefício dela. Batman, Homem-Aranha, Superman, Mulher-Maravilha, X-Men, todos, de uma maneira ou outra estão fora do aparelho legal e isso é parte daquilo que fascina os americanos há tantas décadas. No entanto, sinal dos tempos, Civil War mostrou que nos Estados Unidos pós-11 de setembro o tipo de conduta "extra-legal" é inaceitável.

Alegoria política

"Bom, fico hesitante de apontar qualquer alegoria política (em Civil War). Ela está lá para quem quiser ver, mas toda história que escrevo tende a se modelar mais pelas manchetes de jornais do que por quaisquer gibis que eu tenha lido", disfarçou Mark Millar, na entrevista ao site. Claro, se um gigante adormecido dá um simples suspiro tudo ao seu redor estremece em pavor. Que dirá então de uma agressão tão intensa à integridade americana como o terrorismo? Há pelo menos cinco anos, raras vezes os jornais americanos tiveram uma manchete que não falasse sobre "nação", "guerra ao terror", ou qualquer tema ligado à "segurança". Difícil negar, os quadrinhos, um dos canais mais banais do senso comum, manifesta as conseqüências culturais de uma realidade em transformação.

Na histórica segunda edição de Civil War, Peter Parker, o Homem-Aranha, revela ao público sua identidade secreta numa coletiva de imprensa a favor do registro de super-heróis. Evento divisor de águas para os quadrinhos, a ficção tem uma estranha familiaridade com as determinações do "Patriot Act", sigla de "Providing Appropriate Tools Required to Intercept and Obstruct Terrorism Act" (algo como "Lei de Provimento à Aquisição de Ferramentas Adequadas para Interceptar e Obstruir o Terrorismo").

Pacote de medidas aprovadas pelo Congresso americano em 2001 e ratificada em 2006, um dos itens do Patriot Act define como "terrorismo doméstico" atividades que "envolvam atos perigosos à vida humana que sejam violações das leis criminais dos Estados Unidos ou em qualquer estado" ou que "afetem a conduta governamental através de destruição em massa, assassinato ou seqüestro." Nesses termos nada seria mais politicamente correto do que a atitude do Homem de Ferro em manter uma legião de seres super-poderosos sob os auspícios do Estado antes que suas batalhas cheguem a proporções devastadoras.

É óbvio, o que está em questão não é a maneira como um gibi se inspira na realidade para criar suas histórias. Mas sim, por outro lado, aquilo que orienta a formulação de um ideal heróico. "Nós (os escritores) sentimos que o Capitão América ia vencer (a Guerra Civil) pois ele tinha 70 anos de tradição heróica nas costas, mas no decorrer da do enredo você percebe que ele está lutando contra a maré da história." Querendo atualizar o universo da Marvel, Mark Millar atesta: (O Capitão América) é aquele caubói que ainda sai por aí usando uma máscara quando todos seus amigos viraram xerifes."

Guerra era legítima

Talvez a opinião do autor não faça justiça àquilo que o Capitão América foi desde sua origem. Nos "bons tempos" da guerra contra o nazismo o inimigo tinha um rosto e endereço muito claros. A guerra era legítima. O projeto totalitário nazista supunha a dominação mundial em nome da hegemonia da raça ariana. Coisa de vilão profissional.

"Não aceitaremos um mundo de Hitler. (...) Só aceitaremos um mundo consagrado à liberdade de palavra e expressão (...) à liberdade das privações - à liberdade do medo." Estas palavras não vieram de qualquer herói dos quadrinhos, mas do então presidente americano Franklin D. Rosevelt em 27 de fevereiro de 1939, dois anos antes dos americanos entrarem na 2.ª Guerra Mundial. Mas enquanto a política falava o primeiro golpe em Hitler foi dado pelo Capitão América em outubro de 1941, mês do lançamento da edição número 1 da revista do herói, nada menos que dois meses antes do ataque à Pearl Harbor.

Novos tempos, posições tomadas, é hora de se perguntar sobre a sinceridade dos discursos. Segundo Millar, "nada que é nobre pode ser interpretado como imprudente, perigoso ou fatal." Para ele, os heróis tem uma tarefa muito clara. Ser um super-herói trata-se de tentar se superar, "e estes sujeitos querem apenas fazer do mundo um lugar melhor".

Rumos da história

Seja como for, o editor-chefe da Marvel, Joe Quesada, disse que os efeitos de Civil War ainda serão sentidos nos quadrinhos pelos próximos dez anos. Dentre eles, alguns pontos já ficaram claros. Os heróis que foram contra a iniciativa pró-registro foram mandados a uma tal "Zona Negativa". Instância dimensional fora da Terra, seus prisioneiros ficaram totalmente isolados do universo que conheceram.

Sua única alternativa foi colaborar com seus algozes ou perecer com o passar dos anos. Qualquer parentesco com Guantánamo deve ser mera coincidência, como diria Millar. Do alto de um porta-aviões aéreo, o Homem de Ferro e seus aliados mantém um olhar vigilante sobre cada detalhe da vida humana, sempre pronto a interferir quando necessário.

A verdade é que os rumos da história mudaram. O mundo que se deslumbrava diante das cores e ações de heróis mascarados parece ter se tornado menor e menos seguro. Civil War não deixa de ser uma excelente história em quadrinhos. Mas sua mensagem soa um tanto incômoda. Os heróis já não são mais como eram antigamente. Sob a guarda de uma força planetária super-poderosa. Quem garante que o mundo está em boas mãos?

Fonte: Estadão

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quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Spoiler: World War Hulk e a Gamma Corps

No meio de toda a saga World War Hulk, Frank Tieri diz que está com o pelotão mais perigoso para a saúde do Gigante Esmeralda: os Gamma Corps.

"Eles não são nada amigos do Hulk", diz Tieri. "Na verdade, pode pensar que é o pior pelotão que o Hulk já viu. Imagine a tropa do primeiro filme do Predador com poderes gama."

O roteirista revela que um vilão do Hulk retornará: "A equipe será administrada pelo General Ryker, vilão do Hulk criado por Paul Jenkins que apareceu muito pouco nos últimos tempos. Mas ele está na SHIELD, e reuniu essa equipe, com soldados movidos pela vingança."

Com arte de Carlos Ferreira e capas de Stefane Roux, World War Hulk: Gamma Corps começa a sair em julho.


Fonte: HQ Maniacs

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terça-feira, fevereiro 27, 2007

Thor retorna ao Universo Marvel

ThorThor, o poderoso Deus do Trovão, finalmente voltará ao Universo Marvel, depois de dois anos de ausência.
A série terá roteiro de J. Michael Straczynski, que em breve se afastará da revista do Homem-Aranha, e arte de Oliver Coipel.

Straczynski deverá explorar o que aconteceu com Thor e Asgard depois do Ragnarok.

O mistério de quem pegou o martelo de Thor, em Fantastic Four #537, será esclarecido.

Thor irá examinar os eventos de Asgard e sua relação com o resto do Universo Marvel.


Thor


Fonte: Universo HQ

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Mark Millar fala sobre novos projetos

Civil War, a mega-saga que abalou a Marvel nos últimos tempos, chegou ao seu final. Seu idealizador, o roteirista Mark Millar, comentou em recente entrevista sobre os rumos que irá tomar agora.

Millar revelou que está escrevendo uma nova série, com Bryan Hitch cuidando dos desenhos. Os detalhes devem ser revelados uma semana após o lançamento da edição final dos Supremos, que também é da dupla. E por falar em Ultimates v2 #13, Millar revelou que a revista já está sendo colorida. "E há uma coisa especial na edição que fará com que a impressão demore um mês extra. Não quero estragar a surpresa, mas vocês verão o que quero dizer".

Outro projeto de Millar para a Marvel envolve seu retorno a um título em que já trabalhou. Segundo ele, há um grande artista envolvido, e mais detalhes serão divulgados no fim do ano. A única pista que Millar deu é que Blade é uma parte importante do projeto.

E logo depois, 1985, projeto inspirado no modelo das fotonovelas, e que no momento está sendo desenhado por Tommy Lee Edwards, será publicado.

Fonte: HQ Maniacs

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segunda-feira, fevereiro 26, 2007

NY Comic Con: World War Hulk

Atenção! Esta notícia contém spoilers, com revelações de eventos que ainda não foram publicados no Brasil.

Na primeira grande palestra da New York Comic Con, uma equipe da Marvel Comics deu mais detalhes sobre o próximo grande evento da editora: World War Hulk. Estavam presentes o editor-chefe da casa, Joe Quesada, os editores Bill Rosemann e Mark Paniccia, os roteiristas Christos Gage, Frank Tieri e Greg Pak, além do diretor de marketing Jim McCann.

Os números #104 e #105 do gibi mensal do Hulk apresentarão a conclusão do arco Planet Hulk. A seguir, em maio, virá a edição especial World War Hulk: Prologue. Escrita por Peter David, a edição, como o nome diz, é uma prévia do grande evento, cuja história principal será contada na mini-série em cinco partes World War Hulk, escrita por Greg Pak com arte de John Romita Jr. e Klaus Janson.

Pak afirmou que a idéia do Hulk enfrentando todo o panteão da Marvel já existia antes mesmo de Civil War. Já a história, disse ele, será recheada de pancadaria; nela, após o Illuminati (grupo formado por Professor X, Dr. Estranho, Sr. Fantástico, Namor, Homem de Ferro e Raio Negro) considerar o Hulk incontrolável e exilá-lo no espaço (no arco Planet Hulk), ele consegue retornar a Terra, com uma idéia muito diferente sobre quem são os verdadeiros monstros.

Quatro das cinco capas da mini, desenhadas por Romita Jr., foram apresentadas ao público. Cada uma delas exibe o Hulk lutando contra diversos personagens da Marvel. Juntas, elas formam um painel. Quesada afirmou que esta história, segundo ele a mais emocional do Hulk em muito tempo, será uma espécie de sorbet, com a qual os leitores poderão "limpar o paladar" após os acontecimentos de Civil War.

A extensão do evento no título regular do Hulk se dará nas edições #106 a #109. Os roteiros também serão de Pak, com arte de Gary Frank. Nelas, serão mostradas histórias paralelas, focadas em personagens que um dia foram amigos ou aliados do Golias Esmeralda, que agora precisam decidir de que lado estão. Dois personagens criados por Pak, Mastermind Excello (de Amazing Fantasy #15) e Amadeus Cho estarão entre os rostos familiares que aparecerão no arco. O roteirista disse ainda que a edição #106 focará a Mulher-Hulk, a #107 trará Namor e uma grande revelação será feita na edição #109.
Como em Civil War, os repórteres Ben Urich e Sally Floyd mostrarão seu olhar sobre tais eventos na mini em seis partes World War Hulk: Front Line, escrita por Paul Jenkins, com arte de Ramon Bachs e que será publicada entre junho e setembro. Haverão também histórias secundárias, como a da Costume Division, segundo Jenkins uma mistura de Missão Alien e Law & Order. Nela, Danny Grandville, namorado de Sally, investigará alguns crimes estranhos. As edições #2 a #5 também mostrarão histórias de duas páginas com um olhar cômico sobre a situação, desenhadas por Chris Moreno.

Haverão ainda outras duas mini-séries relacionadas. A primeira é World War Hulk: Gamma Corps, em quatro partes, escrita por Frank Tieri e desenhada por Carlos Ferreira. Nela, o General Ryker reúne uma unidade militar criada especificamente para derrotar o Hulk. A outra é World War Hulk: X-Men, em três partes, escrita por Christos Gage, com arte de Andrea DiVito e capas deEd McGuiness. Nesta história, o Hulk resolve tomar algumas satisfações do Professor X que, apesar de não estar presente na reunião que decidiu o exílio do Hulk, era membro do Illuminati.

Outros títulos terão edições relacionadas ao evento: Avengers: The Iniciative (#4), Irredeemable Ant Man (#6), Ghost Rider (#12 e 13) e Heroes for Hire (#11 a #14), que destacará o personagem Zumbido, cuja habilidade de se comunicar com insetos permitirá que ele interaja com os seres que o Hulk trouxe consigo. Os Jovens Vingadores também estrelarão uma edição especial, escrita por Jeph Loeb e David Finch. Mas será em Iron Man #19 e #20 que as coisas ficarão complicadas. Afinal, após os eventos de Civil War, os agentes da SHIELD estão sob o comando de Tony Stark, o que dificulta a vingança do Golias Esmeralda contra o também membro do Illuminati.

Fonte: HQ Maniacs

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NY Comic Con: Marvel [e pós-Civil War]

Atenção. Esta notícia contém spoilers, com revelações de eventos que ainda não foram publicados no Brasil.

A Marvel fez vários anúncios nesta New York Comic Con:

Os artistas Stefano Caselli e Barry Kitson assinaram contratos de exclusividade com a editora. "Eu já estava saindo da revista da Legião de Super-Heróis quando a Marvel me chamou. Acho que isso é destino", disse Kitson. "A Marvel confia em mim e espero retribuir."

Namor, O Príncipe Submarino, ganhará em junho uma mini-série chamada Sub-Mariner: Revolution. Os roteiros serão de Peter Johnson e Matt Chernis, com arte por Phil Briones. A trama mostrará os efeitos da Civil War em Namor e seu povo, os atlantes. Participarão da série Tony Stark, Charles Xavier, Wolverine, os Illuminati, Nitro e Howard, o Pato.

A mini-série The Initiative, que mostrará as 50 equipes do governo dos Estados Unidos, trará uma nova personagem: Kimono, um estudante de Curt Connors que roubou seu soro de Lagarto. Além disso, um personagem ligado aos X-Men aparecerá na história. Os X-Men em si não trabalharão para o Governo, mas são registrados desde o final de Dinastia M.

Foi divulgado que os roteiristas Dwayne McDuffie e Reginald Hudlin estão conversando para definir como se dará a entrada do Pantera Negra e Tempestade no Quarteto Fantástico. McDuffie escreve a série do Quarteto, enquanto Hudlin comanda a revista do Pantera.

Nova encontra Penance - anteriormente conhecido como Speedball - na terceira edição de sua revista. A revista lidará com Nova sabendo do ocorrido em Civil War. Além disso, Nova poderá enfrentar o Hulk em World War Hulk.

Paco Medina será o artista da nova série dos New Warriors (Novos Guerreiros), que será escrita por Kevin Grevioux. Na capa do número 1 pode estar um personagem conhecido agindo disfarçado. A série contará com vários personagens novos: Sophia (controla vento, frio e calor), War Hawk (voa e carrega armas), Decibel (poderes sônicos), Ripcord e Renascence, entre outros.

Thor terá sua nova série lançada em julho.

Matt Fraction e Barry Kitson comandarão uma nova série dos Campeões, com heróis criados em Civil War. A equipe será a que se baseará na Califórnia, dentro do projeto em que cada um dos 50 Estados dos EUA terá uma equipe. "Será uma experiência social do Homem de Ferro, reunindo pessoas perdidas em suas vidas que receberão poderes e codinomes como Afrodite, Hermes e Poseidon. Porém, quando um integrante sai, ele é retirado do projeto e substituído por outro igual, que tenha os mesmos poderes e exerça a mesma função dentro da estrutura da equipe. Não existe ligação afetiva", disse Fraction. Nenhum membro deve ficar no grupo por mais de um ano, já que os poderes dados a cada um têm duração de um ano.

Brian Bendis e Alex Maleev preparam dois especiais. O primeiro, Civil War: The Confession, focará Homem de Ferro e Capitão América. O outro será parte do projeto The End, com possíveis finais, com o Demolidor.

Os Vingadores Centrais (que recentemente mudaram de nome para X-Men Centrais e, depois para Defensores Centrais e posteriomente, Campeões Centrais), podem mudar de nome para Iniciativa Central, segundo o escritor Dan Slott. Um novo especial contará com a participação de Deadpool. O especial pode ter Fabian Nicieza como co-escritor.

O Mandarim voltará na revista do Homem de Ferro em breve. Rob Tellatore assume a arte da revista a partir do #15.

Um novo escritor para Spider-Man Loves Mary Jane será anunciado em breve, já que Sean McKeever foi para a DC.


Fonte: HQ Maniacs

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NY Comic Con: mais novidades da Marvel

Atenção. Esta notícia contém spoilers, com revelações de eventos que ainda não foram publicados no Brasil.

Em uma das tradicionais sessões de perguntas e respostas que o editor-chefe da Marvel Comics, Joe Quesada, costuma promover em convenções, o público da New York Comic Con pôde conhecer mais algumas novidades que a editora vem preparando para seus leitores. Além de Quesada, estavam presentes os editores Bill Rosemann e Dan Buckley, o roteirista Christos Gage e o artista Arthur Suydam.

Primeiramente, Quesada mostrou uma série de slides, apresentando alguns dos próximos lançamentos da Marvel. A primeira foi a mini-série do Homem-Aranha chamada One More Day, escrita por J. Michael Straczynski com arte do próprio Quesada. Em seguida, anunciou Daredevil: End of Days, escrita por Brian Michael Bendis e desenhada por David Mack, Klaus Janson, Bill Sienkiewicz e Alex Maleev, que mostrará a "última" história do Demolidor, como já foi feito, entre outros, com Hulk e os X-Men.

Em seguida, foi anunciado que Arthur Suydam, responsável pelas capas de Zumbis Marvel, assinou um contrato de exclusividade com a editora; outro artista agora exclusivo da Marvel é o também capista Marko Djurdjevic. Quesada afirmou que tentará convencê-los a produzir também arte interna. Em seguida, ele passou a palavra a Rosemann, que anunciou as mini-séries que irão compor o evento Annihilation: Conquest, continuação do evento Aniquilação, que envolveu os personagens cósmicos da Marvel.

O especial Annihilation: Conquest Prologue será escrito por Dan Abnett e Andy Lanning, desenhado por Brian Denham com capa de Aleksi Briclot, e será lançado em junho. Annihilation: Conquest: Quasar terá roteiros de Christos Gage, arte de Eric Basaldua e Rick Basaldua, com capas de Matt Wilson e lançamento marcado para julho; a mini-série, descrita pelos criadores como uma "Joana D´Arc espacial", trará Quasar e Serpente da Lua em uma busca que será importante para a saga como um todo.

Em Annihilation: Conquest: Starlord, escrita por Keith Giffen, desenhada por Timothy Green II e com capas de Nic Klein, o Senhor das Estrelas original é enviado em uma missão suicida e acaba se unindo a um bando de desajustados que inclui Groot, Capitão Universe, Deathcry, Mantis, Rocket Raccoon e o Besouro dos Micronautas; o lançamento será em julho. E Annihilation: Conquest: Wraith, escrita por Javier Grillo-Marxuach, desenhada por Kyle Hotz e com capas de Clint Langley, também marcada para julho, apresentará o novo personagem Wraith, que terá uma aura de velho oeste, mas mais tenebroso do que os antigos heróis espaciais da Marvel.

E finalmente Annihilation: Conquest, escrita também por Dan Abnett e Andy Lanning, com desenhos de Tom Raney e capas de Aleksi Briclot, que irá durar de novembro deste ano até abril de 2009. Além disso, quatro edições da série contínua do Nova terão ligação direta com o evento.

Quesada retomou a palavra para dizer que Orson Scott Card irá escrever uma nova história de Ender´s Game, chamada "The Gold Bug", que irá aparecer apenas na edição de capa dura de Red Prophet, que será lançado em julho e reúne as seis primeiras edições do título. Já Dan Buckley anunciou uma coletânea com as 100 capas de Ultimate Spider Man, desenhadas por vários artistas, cujo lucro das vendas será revertido para a organização Hero Iniciative, que luta pelos direitos dos profissionais dos quadrinhos. Uma nova mini de Halo, com Brian Bendis nos roteiros e Alex Maleev nos desenhos, está em fase de produção, e Marvel Apes, que nasceu como uma piada em uma convenção, vai mesmo virar realidade.
E na mesma semana em que o filme dos Transformers será lançado, uma mini-série os reunirá com os Novos Vingadores. Escrita por Stuart Moore e desenhada por Tyler Kirkman, a história se passa em uma Terra paralela, pré-Civil War, onde os personagens coexistiram pacificamente, sem terem se encontrado até o momento. A aventura se dá entre os dois primeiros arcos do título dos Novos Vingadores e depois dos arcos Infiltration e Escalation dos Transformers, da editora IDW. Estarão na mini Capitão América, Homem de Ferro, Luke Cage, Homem-Aranha, Ms. Marvel e Falcão, do lado dos Vingadores; e Bumblebee, Ratchet, Prowl, Jazz, Wheeljack e Optimus Prime, dos Transformers.

O catalisador do encontro será a deflagração de uma guerra entre as nações de Symkaria e Latvéria. Numa tentativa de neutralizar o conflito, a SHIELD convoca o Capitão América e seus companheiros para investigar um misterioso objeto que aparece no meio da batalha entre os dois países. É quando os Transformers entram na história.

Focando os personagens místicos da editora, a mini-série em quatro partes Mystic Arcane será lançada em junho. Ela foi idealizada pelo artista David Sexton, que afirmou que seu objetivo com este trabalho era estabelecer algumas regras básicas para a magia no Universo Marvel. Cada uma das quatro edições focará um personagem; elas serão interligadas pelos Arcanos Menores do tarô, que correspondem aos quatro elementos (água, terra, ar e fogo).

Mystic Arcana Book I (ar) se passará no antigo Egito, em uma espécie de Era de Ouro para a mágica no Universo Marvel; a história será estrelada por Magia (Illyana Rasputin) e escrita por Louise Simonson, com arte de Steve Scott. Mystic Arcana Book II (terra), escrito por Roy Thomas, mostrará o Cavaleiro Negro, Camelot e a Távola Redonda. A jovem Feiticeira Escarlate, em seus tempos de cigana, estrela Mystic Arcana Book III (água), escrito por Jeff Parker com arte de Juan Santacruz. E a novata Irmã Grimm, também conhecida como Nico Munro, luta contra a paixão que ameaça a ela e seus amigos em Mystic Arcana Book IV (fogo), escrito por C.B. Cebulski.

Agora respondendo às perguntas dos fãs, Quesada afirmou que Adam Warlock pode retornar, caso surja a história certa; a próxima personagem a morrer será Squirrel Girl; que os leitores ainda vão ouvir falar do Gavião Arqueiro; um novo título ou mini de Manto & Adaga não está descartado (seguido pelo roteirista Cebulski dizendo que já entregou mais de vinte plots com os personagens para Quesada e ele recusou todos, mais uma vez por estar esperando "a" história), e que haverá um anúncio envolvendo uma nova série contínua dos Jovens Vingadores.

A série Punisher: War Journal terá edições ligadas a Iniciative; perguntado sobre um "verdadeiro" retorno de Nick Fury, não apenas com as aparições nas páginas de Capitão América, Quesada disse apenas "talvez"; Ultimates (Supremos, no Brasil) #13 deve finalmente sair em abril ou maio; mais material de Nextwave, a série de heróis de segunda classe da Marvel, depende do desenhista Stuart Immonen, pois seu criador Warren Ellis afirmou que ele é essencial ao título; o desenhista Joe Madureira está finalizando a segunda edição de Ultimate 3, o que significa que a série não irá demorar para ser lançada após a conclusão do volume anterior.

Continuando, Quesada afirmou que o roteirista Damon Lindeloff entregou o argumento da terceira edição de Ultimate Wolverine/Hulk, que o quarto deverá estar em suas mãos em breve, e que o atraso da mini também preocupou Lindeloff, cujo tempo é bastante exigido pela telessérie Lost, da qual é produtor; Ultimate Iron Man 2 já tem dois roteiros de Orson Scott Card prontos, mas a produção só irá começar quando toda a equipe estiver definida; Eddie Brock voltará a aparecer como Venom em uma edição de Sensational Spider-Man; o destino de Illyana Rasputin após Dinastia M será revelado a partir de New X-Men #37; e um gibi trará uma nova galeria de vilões.

McCann afirmou que um anúncio sobre o futuro do Esquadrão Supremo será feito em breve; Quesada disse que Surpreendentes X-Men continua mesmo depois da saída do roteirista Joss Whedon, e que um anúncio sobre o assunto seria feito em breve; Irredeemable Ant-Man #6 responderá a questão sobre a entrada do personagem, juntamente com o antigo Homem-Formiga, em alguma equipe dos Vingadores; e quando um garoto perguntou sobre a possibilidade de uma história em que o simbionte Venom dominasse o Hulk, arrancando exclamações de surpresa dos presentes, Quesada disse: "Pak, anote isso. E aí vai uma novidade exclusiva, esse garoto é o novo roteirista de Poderosos Vingadores. Bendis, você está demitido."

Foi revelado ainda que estão trabalhando em um retorno do personagem Omega the Unknown, mas Quesada afirmou que esse é um caso em que há tempo, visto que Omega é independente no Universo Marvel; quando foi perguntado se haveria mais material de Livewires, título de Adam Warren, foi dito que os leitores deveriam checar a terceira edição de Iron Man: Hypervelocity; e que estão pensando em uma seqüência para Agents of Atlas, dadas as boas vendas do título.


Fonte: HQ Maniacs

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sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Civil War chega ao fim no Universo Marvel

Após meses de atraso e muito fã da Marvel roendo as unhas, a edição 7 de Civil War chegou às comic shops dos EUA na última quarta-feira, concluindo a saga mais comentada do ano nos quadrinhos.

O trabalho do escritor Mark Millar e do desenhista Steve McNiven mostra uma racha entre os heróis Marvel no momento em que, após um acidente envolvendo os Novos Guerreiros que causa a morte de centenas de civis, o governo dos EUA decide registrar todos os seres super-poderosos do país. Alguns heróis, liderados pelo Homem de Ferro, apóiam a lei, enquanto outro, liderados pelo Capitão América, passam a agir na clandestinidade contra a medida autoritária.

O final da saga, após meses de provocação da Marvel, deixou os fãs... Bom, se você quer saber de tudo, leia o resto da matéria.

No conflito final entre as forças do Capitão América e do Homem de Ferro, o primeiro lado acaba levando vantagem. O Capitão está prestes a enfiar o escudo na cara do antigo amigo Tony Stark, quando é impedido por civis - que lhe fazem ver a destruição que a briga entre heróis causou a Nova York. Considerando-se culpado por tudo, Steve Rogers entrega-se à polícia e é levado para a prisão.

O que se segue é uma seqüência de desenvolvimentos que vão afetar o Universo Marvel nos próximos meses:

- Homem de Ferro dá início ao projeto A Iniciativa, que consiste em colocar uma equipe de super-heróis (registrados, claro) em cada um dos 50 estados dos EUA;

- A prisão para heróis e vilões que recusam o registro continua a funcionar na Zona Negativa;

- Heróis que não concordam com a medida mudam-se para outros países; Agente Americano e Bill Raio Beta vão para o Canadá formar a Tropa Ômega;

- O Homem-Aranha volta a usar o uniforme negro (o motivo será melhor explicado nas revistas do personagem);

- Susan Storm volta para Reed Richards, mas o futuro do casamento ainda é incerto; o que se sabe é que os dois serão substituídos por outro casal no Quarteto Fantástico: Pantera Negra e Tempestade;

- Tony Stark vira diretor da S.H.I.E.L.D., e revela que o registro de heróis foi só uma das "cem idéias escritas por Reed, Hank [Pym] e eu (...) para tornar o mundo um lugar mais seguro", portanto, parte de um longo plano que eles continuarão a executar;

- Os Vingadores ficam divididos entre equipes de heróis registrados e heróis não-registrados - os primeiros aparecerão na série New Avengers, os segundos na nova revista The Mighty Avengers (em março);

- Mais heróis ganharão novas séries a partir de junho: Os Campeões, Novos Guerreiros e Namor (que tem participação rápida mas importante no último número de Civil War);

Ainda há várias edições especiais pela frente. Em março, Civil War: The Initiative mostra o início da Iniciativa; Civil War: Battle Damage Report é um relatório do estrago que a batalha entre heróis causou a Nova York; e Civil War: The Confession revela o futuro da relação entre Capitão América e Homem de Ferro. A minissérie Avengers: The Initiative começa em abril, mostrando a instalação das super-equipes de cada estado. Por fim, a série de especiais Civil War: Fallen Son, de abril a maio, mostra o efeito particular da guerra em alguns heróis: Wolverine, Vingadores, Capitão América, Homem-Aranha e Homem de Ferro.

Para quem esperava a morte de um grande herói em Civil War - apostava-se em Capitão América ou Homem de Ferro -, o final foi bastante anticlimático. Porém, pelo que a Marvel demonstra, ainda não foi bem o fim. O que Civil War realmente fez foi mexer com o universo de heróis, com mudanças que serão sentidas pelo menos durante todo 2007. A guerra continua.

Fonte: Omelete

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Divulgada arte de Marvel Zombies: Dead Days

O artista Sean Phillips divulgou uma arte inacabada de Marvel Zombies: Dead Days. A premissa do especial é mostrar o Zumbiverso antes dos heróis virarem zumbis, explorando também a transformação dos personagens em zumbis.

Como anunciado anteriormente, Phillips não só desenhará como também fará a arte-final do especial. Robert Kirkman, autor de Zumbis Marvel, escreve o one-shot de 48 páginas.

Fonte: HQ Maniacs

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quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Joe Quesada revela novidades da Marvel

O editor-chefe da Marvel, Joe Quesada, divulgou algumas novidades da Marvel:

* Khari Evans, agora exclusivo da editora, desenhará uma continuação de Shanna. A primeira mini-série foi de Frank Cho. Os roteiros serão de Justin Gray e Jimmy Palmiotti;

* Roberto Aguirre-Sacasa está com um projeto envolvendo o "fim do mundo". Ele já vinha colocando pistas em suas séries, como Nightcrawler, 4 e Sensational Spider-Man;

* Joss Whedon ficará somente por seis edições em Runaways. O primeiro anúncio dizia que ele seria o novo escritor fixo, com a saída de Brian K. Vaughan, co-criador da série;

* Os X-Men terão um crossover no meio do ano, que envolve a diminuição de mutantes vivos no planeta.


Fonte: HQ Maniacs

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segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Vilão do Justiceiro ganha minissérie de Garth Ennis

The Punisher Presents - Barracuda #1Foi lançada esta semana, nos Estados Unidos, a revista The Punisher Presents - Barracuda #1, da Marvel.

Esta minissérie de quatro partes, do selo Max, mostra a vida de Barracuda, vilão do Justiceiro que surgiu em The Punisher (volume 5) #31, criado por Garth Ennis, num arco de seis partes, ainda inédito no Brasil.

Nesta aventura, que tem roteiro de Ennis, e com desenhos de Goran Parlov (que desenhou a história mencionada acima), artista croata que trabalhou por muitos anos para a Bonelli Comics, Barracuda viaja para a América do Sul para resolver um problema da máfia ítalo-americana, e ao mesmo tempo salvar sua vida.

O vilão, que sobreviveu a um devastador encontro com o Justiceiro, será acompanhado por Oswald, filho do chefão mafioso, que além de muito jovem e franzino, é hemofílico.

Este é mais um título da onda de histórias policiais, que está se tornando uma tendência das editoras americanas.

The Punisher Presents - Barracuda #1The Punisher Presents - Barracuda #1The Punisher Presents - Barracuda #1

Fonte: Universo HQ

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sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Marvel faz anúncio enigmático para evento com o Homem-Aranha

"O que você faria... com um dia a mais?". É tudo o que diz o anúncio da Marvel para One More Day, história que toma todas as revistas do Homem-Aranha a partir de agosto. Imagens e frases enigmáticas estão na moda nos quadrinhos dos EUA...

A história corre por Amazing Spider-Man, Friendly Neighborhood Spider-Man e Sensational Spider-Man em agosto, até terminar na Amazing de setembro. É uma história especial por muitos motivos: o escritor J.M. Straczynski, que está com o aracnídeo desde 2001, vai deixar o personagem. Acompanhando-o na despedida, o editor-chefe da Marvel Joe Quesada vai desenhar todas as edições.

A Marvel faz mistério quanto ao que acontecerá, mas Quesada vem há meses dizendo que a história será "impactante" - e possivelmente mudará algo no casamento de Peter Parker com Mary Jane. O editor-desenhista já comentou várias vezes que considera o casamento um erro editorial que prejudicou o escalador de paredes como personagem.

Fonte: Omelete

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quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Spoiler: Brubaker fala sobre os X-Men

Quando Ed Brubaker assumiu o título Uncanny X-Men, alguns ficaram preocupados. Afinal, o roteirista, mais famoso por suas histórias de suspense noir, como em Criminal, Gotham Central e Demolidor, não parecia ser a escolha mais acertada para os mutantes. E então a Marvel anunciou um arco de 12 edições, Rise and Fall of the Shi´ar Empire, no qual os X-Men vão em busca de Vulcan.

Agora, faltando três edições para o final, Brubaker falou um pouco sobre a trama. Segundo ele, a intenção por trás do arco é redefinir o aspecto do Império Shi´ar. "Senti que o Império estava enfraquecido, desde que D´Ken entrou em coma e todos se tornaram caras bonzinhos". Mas isso irá mudar, segundo Brubaker. "Eles sairão do outro lado disso tudo como uma ameaça real, independentemente de como tudo termine. Mesmo que Lilandra sobreviva para reclamar o trono, o povo que ela governa não será mais estável e fácil de manobrar".

É nesse cenário que entra Vulcan, buscando vingança contra D´Ken. No entanto, o rapaz se envolve amorosamente com Rapina. "Ele sabe o que está fazendo, mas quem sabe vingança não seja mais uma opção tão sedutora quanto o poder, a essa altura? Ele passou por bastante coisa desde que acordou dos mortos. Talvez ser o terceiro em comando de um império pareça bastante bom. Ou talvez tenha mais a ver com ele e D´Ken mantendo os inimigos por perto?", comenta Brubaker.

Brubaker não citou nomes, mas revelou que mais de um personagem não vai voltar para casa. E outros serão transformados pela experiência.

O próximo arco, de cinco edições, se chamará the eXtremists e mostrará o que aconteceu aos Morlocks depois da Dizimação. O arco trará uma equipe diferente, permanecendo apenas Apache e alguns outros.

Por fim, Brubaker prometeu para as histórias seguintes "o retorno de um dos meus X-Men favoritos, um bocado de terror e escuridão, e o prelúdio do maior evento dos X-Men que já tomei parte, que irá sacudir todos os títulos X em suas bases".

Fonte: HQ Maniacs

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quarta-feira, fevereiro 14, 2007

MARVEL NEWS: Ultiverso, Mighty Avengers, Hulk, X-Men e mais

ULTIMATE POWER #6

A editora Marvel Comics divulgou sua lista de lançamentos de maio. Então fique com alguns destaques deste mês:

* ULTIMATE POWER #6 - dois mundos de maravilhas heróicas podem presenciar o fim de um dos seus mundos;

* ULTIMATE FANTASTIC FOUR #42 - Reed tenta criar um Cubo Cósmico, mas acaba abrindo uma barreira para milhões de mundos, e traz a presença de Surfista Prateado;

* ULTIMATE SPIDER-MAN #109 - Demolidor monta um esquadrão contra o Rei do Crime, e o Homem-Aranha está bem no meio deste conflito;

* ULTIMATE X-MEN #82 - após ser rejeitado pelos X-Men, Noturno encontra um grupo nos subterrâneos ao qual se identifica: os Morlocks;

* CIVIL WAR: FALLEN SON - SPIDER-MAN - ele já perdeu família e amigos, mas a perda de um herói pode ser pior. By Jeph Loeb e David Finch (Novos Vingadores);

* CIVIL WAR: FALLEN SON - IRONMAN- como o Universo Marvel reage à morte de um verdadeiro herói. By Jeph Loeb e John Cassaday (Astonishing X-Men);

CIVIL WAR: FALLEN SON - CAPTAIN AMERICA

* CIVIL WAR: FALLEN SON - CAPTAIN AMERICA - como o fim da Civil War afetou o Capitão América. Um lado ganhou e outro perdeu, mas as perdas podem ser mais profundas do que aparentam. By Jeph Loeb (Superman/Batman) e John Romita Jr (Sentinela);

* FRIENDLY SPIDER-MAN #20 - Peter segue um caminho que lhe pode levar ao seu maior castigo. Enquanto isto, Flash Thompson tem um encontro marcado com a misteriosa Miss Arrow;

* FRIENDLY SPIDER-MAN ANNUAL #1 - venha conhecer melhor um dos vilões do próximo filme. Homem-Areia Ano Um;

* SENSATIONAL SPIDER-MAN ANNUAL #1 - uma edição onde toda a saga de Homem-Aranha atravessa o caminho de sua amada Mary Jane. Uma edição que fala sobre descobertas e escolhas;

* BLADE #9 - o vampiro vai à Inglaterra, para descobrir mais sobre as novas revelações de seu passado. Participação de Union Jack;

* BLACK PANTHER #28 - o novo Quarteto Fantástico aterrisa em pleno planeta do Marvel Zombies;

* CAPTAIN AMERICA #26 - os bizarros e chocantes acontecimentos da última edição fazem com que Winter Soldier enfim escolha o lado que irá servir. Interligação com Civil War;

* DAREDEVIL #97 - Matt Murdock continua tentando colocar a Cozinha do Inferno em ordem, mas as coisas ficam difíceis quando Gladiator atravessa metade dela para salvar sua própria vida. E Demolidor é o único que pode pará-lo antes que uma tragédia maior aconteça;

* FANTASTIC FOUR #526 - Pantera Negra tem que encarar o poder cósmico de Surfista Prateado;

* GHOST RIDER #11 - com um exército de zumbis em seu caminho, está cada vez mais difícil dar fim a Jack O'Lantern;

* HEROES FOR HIRE #10 - o grupo foi separado em plena Terra Selvagem. Mas qual a farsa por trás disto tudo?

* INCREDIBLE HULK #106 - Hulk está retornando a Terra. E inicia os eventos para a futura World War Hulk. Chocantes revelações sobre Amadeus Cho;

WORLD WAR HULK PROLOGUE: WORLD BREAKER

* WORLD WAR HULK PROLOGUE: WORLD BREAKER - Hulk está retornando e nenhuma força poderá pará-lo. Prepare-se para os primeiros acontecimentos do próximo evento que abalará o Universo Marvel;

* IRON MAN #18 - Tony Stark e Maya Hansen são amigos. Mas tensões profissionais fazem os dois baterem de frente. Ainda mais com dez poderosos anéis envolvidos;

* IRREDEMABLE ANT-MAN #8 - Eric consegue enfim um novo emprego, e é em pleno Controle de Danos;

* MARVEL ZOMBIES: DEAD DAYS - veja os primeiros passos, a desolação e a contaminação que transformaram um mundo inteiro em um mundo morto;


* MISS MARVEL #15 - a heroína declara guerra contra a IMA, e seu primeiro grande confronto será contra MODOK;

* NEW AVENGERS #30 - Hydra versus New Avengers versus Mighty Avengers. A verdade sobre o novo Ronin;

* NEW AVENGERS: THE ILLUMINATI #3 - a verdadeira origem de Beyonder. E mistérios por trás das Guerras Secretas;

SILVER SURFER: REQUIEM #1* SILVER SURFER: REQUIEM #1 - enfim chegará às bancas a mais nova história clássica do Surfista Prateado. By J.Michael Straczynski (Homem-Aranha) e Essad Ribic (Loki);

* MIGHTY AVENGERS #3 - os Vingadores têm que enfrentar o Ultron da nova geração. E talvez seja preciso todo o poder de Sentinela;

* NOVA #2 - ele está na Terra, e terá que enfrentar quem menos espera: Homem de Ferro;

* OMEGA FLIGHT #2 - o Canadá foi invadido por vários vilões, e chegou a hora da Tropa Omega mostrar a que veio;

* PUNISHER WAR JOURNAL #7 - talvez agora ele não tenha escapatória, já que Hate Monge já prepara um cerimônia de execução;

* RUNAWAYS #26 - eles encaram Nova York e seus perigos, e isto inclui um certo Justiceiro;

* SHE-HULK #19 - como a heroína reagirá quando sua agência de advogados está para defender o Líder no tribunal;

* THUNDERBOLTS #114 - eles estão caçando o Steel-Spider, mas acabam atravessando o caminho de dois perigosos vilões;

* ASTONISHING X-MEN #21 - Ord e seu povo estão preparados para acabar com os X-Men, e talvez nem todos saiam inteiros;

X-MEN #199* X-MEN #199 - para desafiar um inimigo quase indestrutível, Vampira e Cable tem que tomar decisões que irão mudar os dois para sempre;

* EXILES #94 - os heróis têm que enfrentar um mundo onde a Madame Hydra já dominou quase todo ele;

* NEW EXCALIBUR #20 - o maior inimigo do Capitão Britania, resolve reunir um grupo para dar fim nele e seus companheiros, e para isto, reúne os maiores inimigos do Excalibur;

* UNCANNY X-MEN #486 - durante um ano eles estão envolvidos na guerra em Shiar. E talvez nem todos saiam vivos nesta terrível conclusão;

* X-23: TARGET X #6 - na conclusão da minissérie, X-23 tem que ter seu maior confronto com Wolverine;

* X-FACTOR #19 - a Cidade Mutante está correndo grande perigo, ainda mais com os novos poderes dados ao X-Cell por Pietro.


Fonte: A Arca

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100 capas para Ultimate Spider-Man #100

A Marvel Comics e a organização Hero Initiative desenvolveram uma promoção inédita para, ao mesmo tempo, comemorar a 100a. edição de Ultimate Spider-Man e ajudar criadores de quadrinhos passando por necessidade. A edição saiu com 100 capas alternativas, cada uma impressa apenas uma vez, desenhadas por 100 grandes artistas das HQs.

As 100 revistas foram leiloadas na loja Secret Headquarters, em Hollywood, California. O dinheiro vai para a Hero Initiative, que mantém um fundo para ajudar principalmente criadores de quadrinhos idosos com dificuldades financeiras.

Entre as capas - de Todd McFarlane, Joe Quesada, Michael Golden, Bill Morrison e dezenas de outros - destaca-se a do debochado Frank Cho (Liberty Meadows), na qual o Aranha diz: "Posso ser um perdedor... Mas no fim fico com a supermodelo". Parcialmente escondido pela sua mão, o desenho mais sensual de Mary Jane Watson (ou seria a Druuna?) que a Marvel já publicou. Veja ao lado e clique aqui para ampliar.

Fonte: Omelete

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terça-feira, fevereiro 13, 2007

Nova estatueta da série Marvel Origins

JusticeiroA Diamond Select lançou mais uma estatueta da série Marvel Origins, na qual heróis (e anti-heróis) da "Casa das Idéias" são retratados em cenas que mostram o momento crucial de suas origens.

Desta vez, quem surge em tom monocromático simulando uma imagem etérea é o Justiceiro, com Frank Castle logo abaixo ajoelhado diante do túmulo de sua família.

A peça, medindo pouco mais de 20 cm, foi esculpida por Gabriel Márquez.

Limitada a duas mil cópias, a obra será vendida nos Estados Unidos no segundo trimestre de 2007, ao preço de US$ 59.50.

Fonte: Universo HQ

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Último capítulo de Civil War já está na gráfica

Segundo o editor Tom Brevoort, a edição 7 - e final - de Civil War(o grande crossover da Marvel de... hum... 2006) deixou os escritórios da Marvel para a gráfica na noite de 6 de fevereiro. O que significa que a revista cumprirá a última data prevista: o lançamento em 21 de fevereiro.

Civil War #1 foi lançada em maio de 2006 nos EUA e desde a edição 3 a minissérie, supostamente "mensal", foi afetada por diversos atrasos, que impacientaram principalmente os donos de comic shops, descontentes com as vendas perdidas. Além disso, a resolução do conflito super-heróico entre as facções pró e anti-registro - ou, para resumir, entre Homem de Ferro e Capitão América - já acabou com as unhas de muitos fãs.

Para brincar com os fãs, Brevoort liberou uma prévia do último quadrinho de Civil War #7. Segundo os fãs, é um observatório do porta-aviões aéreo da S.H.I.E.L.D., mas os personagens só aparecem em silhueta e não há nem balões ou cores. O significado da imagem, só mesmo daqui a uma semana e meia. Veja:


Fonte: Omelete

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segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Marvel e Aspen fazem parceria em capa do Pantera Negra

Black Panther #25A revista Black Panther #25 é parte importante do crossover Guerra Civil, e só isso já seria o suficiente para colocá-la numa boa posição no ranking das mais vendidas de fevereiro.

Mas a Marvel queria mais e, para promover o título, fechou uma parceria com a Aspen, para uma capa variante.

A variante tem arte de Michael Turner e Peter Steigerwald e será vendida exclusivamente pela Aspen, em seu site AspenStore.Com e nas convenções de quadrinhos WonderCon, Wizard World Los Angeles e Wizard World Philadelphia.

Anteriormente, a Marvel e a Aspen já haviam feito uma parceria similar para promover Civil War #1 e Civil War: X-Men #1, cujas edições com capas variantes da Aspen esgotaram.

Black Panther #25 tem roteiro de Reginald Hudlin e arte de Marcus To, Don Ho, e JD Smith.

Esta edição encerra o arco Foreign Affairs e coloca os recém casados Pantera Negra e Tempestade bem no meio da conclusão da Guerra Civil.


Black Panther #25


Fonte: Universo HQ

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domingo, fevereiro 11, 2007

O rótulo, a luz e as trevas de Grandes Astros DC

O contexto sempre interfere na forma de interpretação de um texto. Se alguém diz que vai contar uma piada, por exemplo, isso cria automaticamente no interlocutor a expectativa de ouvir uma narrativa curta, de humor e com desfecho inesperado. Esse raciocínio vale para duas revistas lançadas nesta semana: Grandes Astros: Superman e Grandes Astros: Batman & Robin (Panini, R$ 3,90 cada uma).

Os dois títulos ganharam fama antes mesmo de serem publicados no Brasil, seja a fama verdadeira ou não. A trama do homem de aço foi rotulada como uma história que prima pela qualidade do texto, escrito por Grant Morrison. Ajudou a vitória no ano passado do prestigiado Prêmio Eisner (espécie de Oscar dos quadrinhos norte-americanos) na categoria melhor nova série.

Na obra, Super-Homem descobre que vai morrer. Suas células se sobrecarregaram de energia solar. A proximidade da morte volta a história para a humanidade dele. O título faz uma leitura do herói de Krypton dissociada da cronologia habitual das outras revistas mensais (nas quais Clark Kent, por exemplo, é casado com Lois Lane, o que não ocorre em Grandes Astros).

O oposto ocorreu com Grandes Astros: Batman & Robin. A série foi associada como sendo um dos piores trabalhos de Frank Miller e Jim Lee, respectivamente escritor e desenhista da revista. O discurso foi "comprado" também por quem não leu. O rótulo deve influenciar a recepção da obra, que (re)conta a origem de Dick Grayson, o primeiro Robin.

O contexto é importante e interfere na leitura de uma obra. Mas é injusta e acrítica a rotulação de algo que nem sequer tinha sido lido. Resta somente a reprodução de um discurso ouvido de alguém. Analisando a história em si, sem a influência de rótulos de outrem, não é possível dizer ainda que uma pende à luz e outra, às trevas (a exemplo dos personagens-título).

Mas é possível detectar uma tendência. Enquanto Frank Miller usa todo o número de estréia para narrar a origem de Robin, Grant Morrison reconta a origem do Super-Homem em uma página com quatro quadrinhos. Isso permite a Morrison avançar numa nova trama. Já Miller lança o olhar sobre algo fartamente conhecido pelo leitor.

Fonte: Blog dos Quadrinhos

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