segunda-feira, março 12, 2007

Captain America 25 será reimpressa; autor da HQ comenta

Não é todo dia que um símbolo nacional morre. Por isso, o assassinato do Capitão América na edição 25 da sua série, lançada nos EUA na semana passada, foi praticamente a notícia do dia para toda a mídia norte-americana.

A morte nos quadrinhos chegou a ofuscar notícias do mundo real, como o julgamento de Lewis Libby, assessor do vice-presidente acusado de mentir ao FBI em caso de segurança nacional.

A ótima campanha de assessoria de imprensa da Marvel fez com que jornais de quarta-feira - dia de lançamento de Captain America 25 - já trouxessem a manchete da morte na capa. A partir daí, a notícia se espalhou por redes de TV, pela Internet e pelo mundo.

A primeira conseqüência, obviamente, foi o esgotamento da revista. Donos de comic shops reclamaram à Marvel que não tinham sido avisados que a edição seria especial, e por isso não tinham cópias suficientes em estoque. Mas pararam de reclamar quando registraram, segundo o site ICV2, recordes de público em suas lojas, comprando vários tipos de quadrinhos. Além disso, a revista terá uma segunda impressão, que chega às lojas no fim do mês.

Em sua coluna no site Newsarama, o editor-chefe da Marvel Joe Quesada falou que a morte do Capitão foi arquitetada há um ano e meio, na reunião de criadores que definiu Civil War e todo o futuro do Universo Marvel.

Quanto à insistente dúvida sobre a "realidade" da morte - afinal, todo fã conhece o ditado "nos quadrinhos de super-heróis, quem é morto sempre reaparece" - Quesada respondeu: "Cara, não sei como responder essa pergunta. Eu não sei? O que eu posso dizer é que alguém vai substitui-lo, pois o Universo Marvel não funciona sem um Capitão América".

O escritor da edição, Ed Brubaker, disse em seu blog que teve um dos dias mais agitados da sua vida, dando entrevistas para várias rádios, numa maratona jornalística que seguirá pelos próximos dias.

"O mais estranho foi quando saí da cabine de entrevistas da National Public Radio, e vi que uns funcionários tinham ido à comic shop mais próxima e compraram cópias da edição para eu autografar. Foi fantástico. O que não foi fantástico: o número de pessoas que me chamou de idiota e disse que eu era muito ruim e que devia ser despedido etc. etc. etc. Nenhuma ameaça de morte ainda, mas estou cruzando os dedos", comentou Brubaker.

Fonte: Omelete

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quinta-feira, março 08, 2007

Crepúsculo dos deuses: morre o herói dos quadrinhos

Cena na nova história do Capitão América

SÃO PAULO - O Capitão América está morto. A história do assassinato do super-herói está na revista de n.º 25 lançada nesta quarta-feira, 7, nos Estados Unidos. Desafiando a lei de registro aos super-heróis, mote de Civil War, Steve Rogers, o Capitão América, defendia que os heróis deveriam ser anônimos e não funcionários do governo. Foi preso por seu ex-colega, Homem de Ferro. A caminho do tribunal aonde seria julgado, o herói foi alvejado com dois tiros.

Quem é fã de quadrinhos pode ficar desconfiado com a notícia. Afinal nenhuma morte parece durar muito nas páginas de super-heróis. Assim foi com o Super-Homem, morto em 1993 e ressuscitado em 1994, Jean Grey, a Fênix de X-Men, em 1984 e 1986, Reed Richards (de Quarteto Fantástico), Ciclope (também de X-Men), Tia May (de Homem-Aranha) e vários outros ao longo dos anos. Em reportagem feita pela CNN, o editor-chefe da Marvel Comics, Joe Quesada comentou que em outros tempos a morte nos quadrinhos tinha pouco significado, mas que agora é diferente. "Tudo que peço para meus roteiristas é que se você for matar algum personagem, que essa morte tenha algum significado no escopo das coisas", afirmou.

Civil War

Para além do chamariz comercial que cerca a revista, a morte do Capitão América ganha um verniz político bastante delicado. Civil War revolucionou o mundo dos quadrinhos no ano passado e polarizou a definição de heroísmo.

Enquanto uns achavam que a atitude mais politicamente correta era se submeter à autoridade do governo, outros diziam que o anonimato é a mais válida expressão de altruísmo e cidadania. A controvertida inspiração do enredo veio de temas como o Patriot Act, a Guerra ao Terror e o 11 de Setembro.

"Qualquer criança sabia (do ataque terrorista) de 11 de setembro", disse Dan Buckley, presidente da Marvel Comics à CNN. "Se (ela) pudesse ver TV ela saberia o que foi o 9/11. Outras semelhanças com a realidade são apenas partes do enredo", completou. Ed Brubaker, escritor da revista, em entrevista ao NY Daily News, foi além. Segundo ele, "os leitores de esquerda gostariam de ver o Capitão fazendo discursos contra a administração (do presidente) Bush em cada esquina, e os leitores de direita gostariam de vê-lo nas ruas de Bagdá socando (o ex-ditador) Saddam (Hussein)".

O assassinato do herói em si tem outro parentesco com a realidade difícil de negar. De forma parecida que o herói dos quadrinhos, Lee Harvey Oswald, acusado de assassinar John F. Kennedy, foi morto a tiros numa transferência de prisão em 24 de Novembro de 1963.

Para o co-criador do Capitão América, Joe Simon, de 93 anos, a morte do personagem criado em 1941 às vésperas da entrada dos Estados Unidos na 2ª Guerra Mundial, "é um momento trágico." Com pesar, o velhinho atestou "Nós realmente precisamos dele agora".

Fonte: Estadão

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domingo, março 04, 2007

É o fim de Civil War, diz criador da história em quadrinhos

Civil War, um arco de histórias em quadrinhos da Marvel Comics

SÃO PAULO - A maré da história mudou. Para o lado vencedor da guerra civil que assola os Estados Unidos desde maio de 2006 a mensagem é clara: só é herói aquele que obedece ao governo americano. Pelo menos é assim que define Mark Millar, autor de Civil War, um arco de histórias em quadrinhos publicado pela Marvel Comics cuja última edição foi publicada na semana passada. Para o roteirista não se deve confiar em sujeitos que se acham no direito de praticar justiça sem respaldo legal.

"Você realmente gostaria que esses sujeitos fossem anônimos? Vigilantes não têm superpoderes e são ilegais. Super-heróis seriam um pesadelo", disse Millar em entrevista ao site especializado Newsarama. Uma ameaça pública devido ao tamanho de seus poderes, nas sete edições de Civil War, a população heróica da Marvel se divide a partir de uma lei do governo americano: todo super-ser mascarado deve ser registrado como um funcionário do Estado. Do contrário, caçado como um criminoso fora-da-lei.

Arregimentados por dois ícones dos quadrinhos, os heróis chegam finalmente aos termos do conflito no último número: Capitão América, líder do pólo anti-registro - a Underground Resistence - entrega-se à Tony Stark, o Homem de Ferro, à frente da Registration Initiative. Mas claro, isso só acontece depois do herói patriota dar no ferroso uma das mais colossais surras da história dos quadrinhos.

Tudo é superlativo

Não há adjetivos suficientes para descrever a mini-série. Tudo é superlativo a começar pelo próprio nome, Civil War, referência à Guerra de Secessão Americana. Conflito que durou de 1861 até 1865 durante o governo de Abraham Lincoln, a guerra civil teve o maior número de mortos da história americana, algo em torno de 970 mil pessoas. Nos gibis, da mesma forma, radicaliza-se o confronto. Invés da questão entre unionistas do Norte e confederados do Sul agora o ponto é a divergência sobre um dos pilares da identidade americana: essência de sua tradição, fundamento do país, a quase religiosa definição de herói. Ou no caso, um "super"-herói. Quem tem razão? Apesar de buscar tratar os dois lados com imparcialidade, o homem por trás de todo enredo entrega que sua opinião sobre o assunto sempre foi muito clara: "Eu seria o primeiro numa marcha em Washington DC pedindo para que os Sentinelas (um exército de super-robôs a serviço do governo) esmagassem esses malditos pois eu não gosto de ver edifícios sendo derrubados, e como sabemos, isso ocorreu em pelo menos uma das edições." Como ser humano, disse Millar, "eu apoiaria Tony (o Homem de Ferro) o tempo todo."

De forma geral e por definição, o herói de quadrinhos é um sujeito que age fora da lei porém em benefício dela. Batman, Homem-Aranha, Superman, Mulher-Maravilha, X-Men, todos, de uma maneira ou outra estão fora do aparelho legal e isso é parte daquilo que fascina os americanos há tantas décadas. No entanto, sinal dos tempos, Civil War mostrou que nos Estados Unidos pós-11 de setembro o tipo de conduta "extra-legal" é inaceitável.

Alegoria política

"Bom, fico hesitante de apontar qualquer alegoria política (em Civil War). Ela está lá para quem quiser ver, mas toda história que escrevo tende a se modelar mais pelas manchetes de jornais do que por quaisquer gibis que eu tenha lido", disfarçou Mark Millar, na entrevista ao site. Claro, se um gigante adormecido dá um simples suspiro tudo ao seu redor estremece em pavor. Que dirá então de uma agressão tão intensa à integridade americana como o terrorismo? Há pelo menos cinco anos, raras vezes os jornais americanos tiveram uma manchete que não falasse sobre "nação", "guerra ao terror", ou qualquer tema ligado à "segurança". Difícil negar, os quadrinhos, um dos canais mais banais do senso comum, manifesta as conseqüências culturais de uma realidade em transformação.

Na histórica segunda edição de Civil War, Peter Parker, o Homem-Aranha, revela ao público sua identidade secreta numa coletiva de imprensa a favor do registro de super-heróis. Evento divisor de águas para os quadrinhos, a ficção tem uma estranha familiaridade com as determinações do "Patriot Act", sigla de "Providing Appropriate Tools Required to Intercept and Obstruct Terrorism Act" (algo como "Lei de Provimento à Aquisição de Ferramentas Adequadas para Interceptar e Obstruir o Terrorismo").

Pacote de medidas aprovadas pelo Congresso americano em 2001 e ratificada em 2006, um dos itens do Patriot Act define como "terrorismo doméstico" atividades que "envolvam atos perigosos à vida humana que sejam violações das leis criminais dos Estados Unidos ou em qualquer estado" ou que "afetem a conduta governamental através de destruição em massa, assassinato ou seqüestro." Nesses termos nada seria mais politicamente correto do que a atitude do Homem de Ferro em manter uma legião de seres super-poderosos sob os auspícios do Estado antes que suas batalhas cheguem a proporções devastadoras.

É óbvio, o que está em questão não é a maneira como um gibi se inspira na realidade para criar suas histórias. Mas sim, por outro lado, aquilo que orienta a formulação de um ideal heróico. "Nós (os escritores) sentimos que o Capitão América ia vencer (a Guerra Civil) pois ele tinha 70 anos de tradição heróica nas costas, mas no decorrer da do enredo você percebe que ele está lutando contra a maré da história." Querendo atualizar o universo da Marvel, Mark Millar atesta: (O Capitão América) é aquele caubói que ainda sai por aí usando uma máscara quando todos seus amigos viraram xerifes."

Guerra era legítima

Talvez a opinião do autor não faça justiça àquilo que o Capitão América foi desde sua origem. Nos "bons tempos" da guerra contra o nazismo o inimigo tinha um rosto e endereço muito claros. A guerra era legítima. O projeto totalitário nazista supunha a dominação mundial em nome da hegemonia da raça ariana. Coisa de vilão profissional.

"Não aceitaremos um mundo de Hitler. (...) Só aceitaremos um mundo consagrado à liberdade de palavra e expressão (...) à liberdade das privações - à liberdade do medo." Estas palavras não vieram de qualquer herói dos quadrinhos, mas do então presidente americano Franklin D. Rosevelt em 27 de fevereiro de 1939, dois anos antes dos americanos entrarem na 2.ª Guerra Mundial. Mas enquanto a política falava o primeiro golpe em Hitler foi dado pelo Capitão América em outubro de 1941, mês do lançamento da edição número 1 da revista do herói, nada menos que dois meses antes do ataque à Pearl Harbor.

Novos tempos, posições tomadas, é hora de se perguntar sobre a sinceridade dos discursos. Segundo Millar, "nada que é nobre pode ser interpretado como imprudente, perigoso ou fatal." Para ele, os heróis tem uma tarefa muito clara. Ser um super-herói trata-se de tentar se superar, "e estes sujeitos querem apenas fazer do mundo um lugar melhor".

Rumos da história

Seja como for, o editor-chefe da Marvel, Joe Quesada, disse que os efeitos de Civil War ainda serão sentidos nos quadrinhos pelos próximos dez anos. Dentre eles, alguns pontos já ficaram claros. Os heróis que foram contra a iniciativa pró-registro foram mandados a uma tal "Zona Negativa". Instância dimensional fora da Terra, seus prisioneiros ficaram totalmente isolados do universo que conheceram.

Sua única alternativa foi colaborar com seus algozes ou perecer com o passar dos anos. Qualquer parentesco com Guantánamo deve ser mera coincidência, como diria Millar. Do alto de um porta-aviões aéreo, o Homem de Ferro e seus aliados mantém um olhar vigilante sobre cada detalhe da vida humana, sempre pronto a interferir quando necessário.

A verdade é que os rumos da história mudaram. O mundo que se deslumbrava diante das cores e ações de heróis mascarados parece ter se tornado menor e menos seguro. Civil War não deixa de ser uma excelente história em quadrinhos. Mas sua mensagem soa um tanto incômoda. Os heróis já não são mais como eram antigamente. Sob a guarda de uma força planetária super-poderosa. Quem garante que o mundo está em boas mãos?

Fonte: Estadão

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terça-feira, fevereiro 27, 2007

Mark Millar fala sobre novos projetos

Civil War, a mega-saga que abalou a Marvel nos últimos tempos, chegou ao seu final. Seu idealizador, o roteirista Mark Millar, comentou em recente entrevista sobre os rumos que irá tomar agora.

Millar revelou que está escrevendo uma nova série, com Bryan Hitch cuidando dos desenhos. Os detalhes devem ser revelados uma semana após o lançamento da edição final dos Supremos, que também é da dupla. E por falar em Ultimates v2 #13, Millar revelou que a revista já está sendo colorida. "E há uma coisa especial na edição que fará com que a impressão demore um mês extra. Não quero estragar a surpresa, mas vocês verão o que quero dizer".

Outro projeto de Millar para a Marvel envolve seu retorno a um título em que já trabalhou. Segundo ele, há um grande artista envolvido, e mais detalhes serão divulgados no fim do ano. A única pista que Millar deu é que Blade é uma parte importante do projeto.

E logo depois, 1985, projeto inspirado no modelo das fotonovelas, e que no momento está sendo desenhado por Tommy Lee Edwards, será publicado.

Fonte: HQ Maniacs

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sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Civil War chega ao fim no Universo Marvel

Após meses de atraso e muito fã da Marvel roendo as unhas, a edição 7 de Civil War chegou às comic shops dos EUA na última quarta-feira, concluindo a saga mais comentada do ano nos quadrinhos.

O trabalho do escritor Mark Millar e do desenhista Steve McNiven mostra uma racha entre os heróis Marvel no momento em que, após um acidente envolvendo os Novos Guerreiros que causa a morte de centenas de civis, o governo dos EUA decide registrar todos os seres super-poderosos do país. Alguns heróis, liderados pelo Homem de Ferro, apóiam a lei, enquanto outro, liderados pelo Capitão América, passam a agir na clandestinidade contra a medida autoritária.

O final da saga, após meses de provocação da Marvel, deixou os fãs... Bom, se você quer saber de tudo, leia o resto da matéria.

No conflito final entre as forças do Capitão América e do Homem de Ferro, o primeiro lado acaba levando vantagem. O Capitão está prestes a enfiar o escudo na cara do antigo amigo Tony Stark, quando é impedido por civis - que lhe fazem ver a destruição que a briga entre heróis causou a Nova York. Considerando-se culpado por tudo, Steve Rogers entrega-se à polícia e é levado para a prisão.

O que se segue é uma seqüência de desenvolvimentos que vão afetar o Universo Marvel nos próximos meses:

- Homem de Ferro dá início ao projeto A Iniciativa, que consiste em colocar uma equipe de super-heróis (registrados, claro) em cada um dos 50 estados dos EUA;

- A prisão para heróis e vilões que recusam o registro continua a funcionar na Zona Negativa;

- Heróis que não concordam com a medida mudam-se para outros países; Agente Americano e Bill Raio Beta vão para o Canadá formar a Tropa Ômega;

- O Homem-Aranha volta a usar o uniforme negro (o motivo será melhor explicado nas revistas do personagem);

- Susan Storm volta para Reed Richards, mas o futuro do casamento ainda é incerto; o que se sabe é que os dois serão substituídos por outro casal no Quarteto Fantástico: Pantera Negra e Tempestade;

- Tony Stark vira diretor da S.H.I.E.L.D., e revela que o registro de heróis foi só uma das "cem idéias escritas por Reed, Hank [Pym] e eu (...) para tornar o mundo um lugar mais seguro", portanto, parte de um longo plano que eles continuarão a executar;

- Os Vingadores ficam divididos entre equipes de heróis registrados e heróis não-registrados - os primeiros aparecerão na série New Avengers, os segundos na nova revista The Mighty Avengers (em março);

- Mais heróis ganharão novas séries a partir de junho: Os Campeões, Novos Guerreiros e Namor (que tem participação rápida mas importante no último número de Civil War);

Ainda há várias edições especiais pela frente. Em março, Civil War: The Initiative mostra o início da Iniciativa; Civil War: Battle Damage Report é um relatório do estrago que a batalha entre heróis causou a Nova York; e Civil War: The Confession revela o futuro da relação entre Capitão América e Homem de Ferro. A minissérie Avengers: The Initiative começa em abril, mostrando a instalação das super-equipes de cada estado. Por fim, a série de especiais Civil War: Fallen Son, de abril a maio, mostra o efeito particular da guerra em alguns heróis: Wolverine, Vingadores, Capitão América, Homem-Aranha e Homem de Ferro.

Para quem esperava a morte de um grande herói em Civil War - apostava-se em Capitão América ou Homem de Ferro -, o final foi bastante anticlimático. Porém, pelo que a Marvel demonstra, ainda não foi bem o fim. O que Civil War realmente fez foi mexer com o universo de heróis, com mudanças que serão sentidas pelo menos durante todo 2007. A guerra continua.

Fonte: Omelete

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terça-feira, fevereiro 13, 2007

Último capítulo de Civil War já está na gráfica

Segundo o editor Tom Brevoort, a edição 7 - e final - de Civil War(o grande crossover da Marvel de... hum... 2006) deixou os escritórios da Marvel para a gráfica na noite de 6 de fevereiro. O que significa que a revista cumprirá a última data prevista: o lançamento em 21 de fevereiro.

Civil War #1 foi lançada em maio de 2006 nos EUA e desde a edição 3 a minissérie, supostamente "mensal", foi afetada por diversos atrasos, que impacientaram principalmente os donos de comic shops, descontentes com as vendas perdidas. Além disso, a resolução do conflito super-heróico entre as facções pró e anti-registro - ou, para resumir, entre Homem de Ferro e Capitão América - já acabou com as unhas de muitos fãs.

Para brincar com os fãs, Brevoort liberou uma prévia do último quadrinho de Civil War #7. Segundo os fãs, é um observatório do porta-aviões aéreo da S.H.I.E.L.D., mas os personagens só aparecem em silhueta e não há nem balões ou cores. O significado da imagem, só mesmo daqui a uma semana e meia. Veja:


Fonte: Omelete

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segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Marvel e Aspen fazem parceria em capa do Pantera Negra

Black Panther #25A revista Black Panther #25 é parte importante do crossover Guerra Civil, e só isso já seria o suficiente para colocá-la numa boa posição no ranking das mais vendidas de fevereiro.

Mas a Marvel queria mais e, para promover o título, fechou uma parceria com a Aspen, para uma capa variante.

A variante tem arte de Michael Turner e Peter Steigerwald e será vendida exclusivamente pela Aspen, em seu site AspenStore.Com e nas convenções de quadrinhos WonderCon, Wizard World Los Angeles e Wizard World Philadelphia.

Anteriormente, a Marvel e a Aspen já haviam feito uma parceria similar para promover Civil War #1 e Civil War: X-Men #1, cujas edições com capas variantes da Aspen esgotaram.

Black Panther #25 tem roteiro de Reginald Hudlin e arte de Marcus To, Don Ho, e JD Smith.

Esta edição encerra o arco Foreign Affairs e coloca os recém casados Pantera Negra e Tempestade bem no meio da conclusão da Guerra Civil.


Black Panther #25


Fonte: Universo HQ

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quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Marvel divulga a última capa de Civil War

Civil War #07

A Marvel divulgou a capa alternativa de Civil War #07 feita por Michael Turner. Clique na imagem para ampliá-la.

A última edição da mini-série estará à venda em fevereiro. A Marvel descreveu a edição da seguinte maneira: "A batalha final que determinará o futuro do universo Marvel".

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quarta-feira, janeiro 24, 2007

Aumentam boatos sobre final de Civil War

Até o momento o final da saga Civil War está guardado debaixo de sete chaves pela cúpula da Marvel. Nem mesmo os maiores boateiros da editora, os roteiristas Brian Bendis e Mark Millar e o editor Joe Quesada, principais mentes por trás da saga, quiseram falar sobre o desfecho.

Isso não só não impede como estimula os boatos. A coluna All the rage, de Steve Saunders no site Silver Bullets Comics, especula sobre os rumos do gibi Civil War: Confessions, epílogo da saga escrito por Bendis. Leia abaixo o rumor, por sua própria conta e risco. Logo depois, um desenho de Marc Silvestri que surgiu na web há algum tempo dá um tempero especial à boataria.

De acordo com uma fonte "segura" de Saunders, Civil War: Confessions conta a verdadeira origem do Homem de Ferro. Durante toda a sua história, o homem por trás da armadura fora, na verdade, Steve Rogers, enquanto Tony Stark seria apenas a figura pública do herói. E tem mais: o verdadeiro Steve Rogers (até aqui consagrado como o nome civil do Capitão América), atualmente na casa dos 60 anos de idade, nunca esteve no avião do Barão Zemo que explodiu sobre o oceano Pacífico e, conseqüentemente, nunca entrou em um estado de animação suspensa até ser descongelado pelos Vingadores nos anos 1960. Em outras palavras, Rogers nunca foi o Capitão.

Aquele seria um clone do verdadeiro Rogers, criado como parte do Programa Supersoldado. (O que contradiz a cronologia da Marvel, na qual a tecnologia de clonagem teria sido desenvolvida pelo Chacal décadas depois; mas, quem ainda se lembra disso?) Segundo o boateiro, o verdadeiro Rogers e Stark provavelmente revelariam toda essa história para o Steve clone no epílogo de Civil War. Como a Marvel adora sair de sinucas sacando um clone do bolso, não seria de espantar. À foto, então:

Civil War: Confessions chega às lojas estadunidenses no dia 14 de março. Se não atrasar.

Fonte: Omelete

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terça-feira, janeiro 23, 2007

Brian Bendis fala mais sobre Novos Vingadores

New Avengers #27

A partir de fevereiro os Vingadores serão duas equipes, divididas em dois títulos mensais nos quadrinhos estadunidenses. De um lado, em New Avengers, está a equipe renegada, formada por Luke Cage, Homem-Aranha, Wolverine, Mulher-Aranha, Punho de Ferro, Dr. Estranho, Ronin e Eco. Do outro, em Mighty Avengers, está a equipe sancionada pelo governo, composta por Homem de Ferro (não necessariamente Tony Stark), Vespa, Magnum, Tigresa, Ares, Sentinela e Viúva Negra. No meio disso tudo, está o roteirista Brian Bendis, que escreverá ambos os títulos.

Inicialmente, Bendis disse que haveria uma divisão bem clara entre os dois grupos de Vingadores. Migthy Avengers seria mais focado para a ação e traria o grupo enfrentando inimigos clássicos dos Vingadores, sendo o primeiro deles uma versão feminina do robô Ultron; já New Avengers mostraria o grupo lutando para desvendar a conspiração que existe no Universo Marvel e as pessoas por trás dela.

No entanto, duas perguntas têm sido freqüentemente feitas ao roteirista e ele finalmente as respondeu. A primeira diz respeito à ausência do Capitão América em ambas as equipes de Vingadores. A segunda é relativa justamente à formação dos Novos Vingadores. Afinal, como e por que personagens tão dicotômicos e com tão pouco em comum conseguiram se unir em um grupo clandestino com o objetivo de combater o crime? Com a palavra, em entrevista ao Newsarama, Bendis.

Mighty Avengers #1Sobre o Capitão América: "Isso será respondido tanto nas páginas do título solo do Capitão quanto no nosso [New Avengers]. Mas esse é o grupo do Capitão. Ele disse a essas pessoas que eles são os Vingadores, então é por isso que elas o são. E o que isso significa e como isso motiva o grupo é uma grande parte do porquê da série existir após Civil War. Estas pessoas estão juntas por uma razão e o fato de a pessoa que os reuniu não estar fisicamente ali não significa que essa razão não importa".

Sobre o motivo da nova formação dos Novos Vingadores funcionar: "Há uma fala em New Avengers #27 [a estréia do novo grupo] onde alguém pergunta 'O quê faz de nós Vingadores?' e acho que Luke [Cage] diz 'O Capitão América disse que somos os Vingadores'". E isso resume a questão.

Falando sobre outros aspectos de ambos os títulos, Bendis deixou claro que tanto a tal conspiração que existe no Universo Marvel e que é responsável por eventos tais como a Guerra Secreta e Civil War será revelada ainda esse ano, assim como a identidade secreta do Ronin. Na verdade, a conspiração será revelada logo de cara, no primeiro arco do título. Isso levará ao surgimento de um novo e poderoso inimigo para o grupo, um personagem do terceiro (ou mesmo quarto) escalão da Marvel, que vai subir direto para a primeira divisão do Universo Marvel.

Na visão do roteirista, ao final de toda guerra há um boom do crime organizado, especialmente nos Estados Unidos. Só que, ao invés de trazer o Rei do Crime Wilson Fisk de novo ao topo, Bendis preferiu mudar um pouco o foco. O novo Rei do Crime seria um supervilão e sua esfera de poder estaria ligada aos supervilões do Universo Marvel. Seria uma espécie de Rei do Supercrime. A princípio, Bendis pensou em criar alguém totalmente novo para o posto, mas acabou optando por usar um personagem que já tivesse uma ligação prévia com o Universo Marvel. O nome você conhece no parágrafo a seguir.

Bendis optou por The Hood, personagem bastante obscuro com apenas duas aparições na editora, em uma minissérie solo escrita por Brian K. Vaughan e na mini Beyond. Bendis explicou o porquê da escolha: "The Hood foi uma ótima série limitada que Brian escreveu há alguns anos na qual ele introduziu um novo vilão chamado Parker Robbins, que descobriu... Que roubou... umas botas e um capuz que lhe deram poderes. Ele já era um criminoso e a história mostra o nascimento de um vilão superpoderoso".

"E se você olhar para a mini como as seqüências de Robert De Niro em O Poderoso Chefão 2, estará vendo como uma pessoa pode se erguer a ponto de se tornar o 'poderoso chefão' de todos os supervilões, com essa guerra sendo a oportunidade perfeita para tirar vantagem do que aconteceu", continua Bendis. "E, devido à natureza de seus poderes, ele está em uma posição de causar muito dano às pessoas que não o escutarem ou não fizerem o que ele manda. Então, enquanto tudo aquilo aconteceu durante a guerra civil, veremos como The Hood saiu literalmente da terceira divisão dos vilões da Marvel para o posto do supervilão mais temido do universo da editora. E ele o fez sem quase nenhum esforço, porque todos os super-heróis estavam muito ocupados para detê-lo."

Falando sobre a interação entre os dois grupos de Vingadores, Bendis disse que ambos vão entrar em conflito logo de cara. É como um jogo de gato e rato: enquanto os Novos Vingadores estão perseguindo a(s) pessoa(s) por trás da dita conspiração, eles também estão sendo perseguidos pelo grupo chapa-branca de Vingadores.
Fonte: Omelete

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quarta-feira, janeiro 17, 2007

Dois dos heróis emblemáticos da Marvel podem morrer ao fim de Civil War

O sangue é do dono do escudo ou de alguém que o escudo matou? A capa de Alex Maleev para Civil War: The Confession é feita justamente para deixar a dúvida. Mas, pelo que a Marvel mostra na sua prévia de lançamentos para abril, um dos grande heróis dos quadrinhos deve bater as botas ao final da Guerra Civil.

O conflito final, como mostra a capa de Civil War #7, é entre os líderes das duas facções de heróis: Capitão América e Homem de Ferro. Logo após o fim do evento, uma série de edições especiais, chamada Fallen Son (filho caído), lidará com as ramificações deste final.

Em cada especial, um personagem simboliza os cinco estágios do luto. As edições saem entre abril e maio, e são todas escritas por Jeph Loeb. Os desenhistas são algumas das maiores estrelas da Marvel:

  • Wolverine: Negação, com desenhos de Leinil Yu


  • Novos Vingadores: Raiva, desenhos de Ed McGuinness


  • Capitão America: Barganha, desenhos de John Romita Jr.


  • Homem-Aranha: Depressão, desenhos de David Finch

O quinto especial não teve um personagem revelado, nem o desenhista, mas terá como tema o estágio final: aceitação.

Além disso, os previews de abril da Marvel trouxeram várias revistas, como as edições do mês de Pantera Negra, Quarteto Fantástico, Homem de Ferro, Ms. Marvel, Novos Vingadores e Mulher-Hulk, cuja descrição foi substituída por um gritante "CLASSIFIED INFORMATION" (informação confidencial). Ou seja, não dá pra falar do que a edição vai conter sem adiantar o final de Civil War.

Os leitores, é claro, correm atrás de pistas. Primeiro, não há edição nova de Capitão América em abril... Por outro lado, no mês passado o escritor Mark Millar deixou escapar que haverá um novo Homem de Ferro ao fim da Guerra.

Mas tudo ainda pode ser uma brincadeira da Marvel, que gosta de deixar os leitores aflitos com pistas falsas, mas bem elaboradas, aqui e ali. A verdade, só mesmo em março, quando Civil War finalmente terminar.

Fonte: Omelete

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sexta-feira, janeiro 12, 2007

Revelada a HQ que o roteirista de Underworld escreverá para a Marvel

Já se sabia que o ator e roteirista hollywoodiano Kevin Grevioux (autor do script dos dois Underworld - Anjos da Noite) escreveria uma série para a Marvel. Só não se sabia qual. Ele vai cuidar da nova versão dos Novos Guerreiros.


O desenhista e os heróis da equipe não foram revelados ainda. A série virá como conseqüência do final de Civil War, dado o importante papel que a última versão da equipe teve na saga.

Grevioux só pôde dizer, em entrevista ao site Newsarama, que "eles continuarão a ter um papel proeminente no Universo Marvel pós-Civil War. Estes Novos Guerreiros são foras-da-lei que têm problemas não só com o registro obrigatório de super-heróis, mas com o jeito que o mundo os culpa pelo que aconteceu com os antigos Guerreiros. Estes tornaram-se a cara da irresponsabilidade e da arrogância super-heroística. Uma marca que o novo grupo considera totalmente injusta e desnecessária. Os Novos Guerreiros acreditam que é obrigação deles trazer respeito e reverência de volta ao nome do grupo e vão fazer isso do jeito que for necessário... Azar das autoridades".

O autor já tem experiência nos quadrinhos, tendo criado toda uma linha de revistas para a pequena editora Alias, como a série Valkyries.

Fonte: Omelete

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quinta-feira, janeiro 11, 2007

Marvel revela capa e detalhes do último número de Civil War


A Marvel Comics vai fazer os fãs esperarem mais um pouco pelo fim de Civil War, seu grande evento de 2006... e 2007. A edição 7, que encerra a saga, será lançada nos EUA somente em 21 de fevereiro.


Marcada pelos atrasos - que acabavam atrasando também todas as outras séries derivadas e os títulos regulares participantes do crossover, para não revelar pontos importantes da saga -, a minissérie teve sua primeira edição lançada em maio de 2006, mas não conseguiu manter o ritmo mensal. Fãs impacientes e donos de comic shops xingaram as mães de todos editores da Marvel.


(Segundo as más línguas, o atraso foi proposital. Com ele, a editora concorreu quase um ano inteiro com a grande saga da DC 52.)


A edição 6, lançada na semana passada, trouxe o prelúdio do combate entre os grupos de heróis contra e a favor do registro dos super-poderes pelo governo americano. A capa da edição 7, revelada esta semana, destaca a briga entre os dois principais personagens: Capitão América e Homem de Ferro. Veja e clique para aumentar:



A Marvel também anunciou um epílogo para a saga, a edição especial Civil War: the Confession, que sai no dia 14 de março. Os autores Brian Bendis e Alex Maleev vão mostrar o encontro final entre os dois personagens mais afetados pela guerra, definindo o futuro do Universo Marvel.


Fonte: Omelete


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quarta-feira, janeiro 10, 2007

Mistério da identidade do oitavo Thunderbolt é resolvido na Marvel

Anteontem, a Marvel liberou o primeiro preview de Thunderbolt # 110, HQ que apresenta a nova formação dos Thunderbolts, pós-Civil War. Sabe-se que o octeto de vilões traz alguns conhecidos dos fãs - Venom, Mercenário, Rocha Lunar, Soprano, Homem Radioativo, Espadachim e Duende Verde. Mas há um personagem desconhecido. Quem é Penance, o oitavo Thunderbolt?

O editor-chefe da Marvel, Joe Quesada, depois de esconder tanto a origem quanto a identidade de Penance, finalmente revelou tudo. Mais exatamente, quando a décima edição de Frontline, principal título de apoio do megaevento Civil War, chegou às lojas nos EUA nos últimos dias.

Antes de continuar, um aviso: Civil War deve chegar ao Brasil entre o fim de 2007 e o começo de 2008. Quem não quiser saber o destino de um dos principais personagens da série deve parar aqui.

Aqueles que estão acompanhando Civil War sabem que o evento todo teve início quando os Novos Guerreiros estavam atrás de um bando de vilões de segunda em uma pequena cidade estadunidense, Stamford. As coisas saíram do controle quando o mutante Nitro explodiu (literalmente, já que esse é seu poder mutante), matando mais de 600 pessoas, incluindo um grande número de crianças e praticamente todos os integrantes dos Novos Guerreiros... À exceção de Robbie Baldwin, o Speedball.

A princípio, depois de ser arremessado quilômetros de distância, Robbie absorveu bastante da energia da explosão, sobrecarregando e perdendo seus poderes. Para aqueles que não se lembram, Robbie usava energia cinética para quicar contra objetos e pessoas. O evento motivou o ato de registro de heróis que dividiu o Universo Marvel ao meio. Sendo o único sobrevivente do evento, Robbie foi usado como um bode expiatório pela imprensa pró-registro.

Primeiro confinado em uma prisão normal, onde comeu o pão que o diabo amassou, Robbie foi um dos primeiros a ser enviado à 42, uma estrutura criada por Reed Richards, Tony Stark e Hank Pym para conter aqueles heróis e vilões que optassem por não registrar sua identidade e poderes perante o governo americano, localizada na Zona Negativa. Durante todo esse período tudo o que Robbie precisava fazer para obter sua liberdade era se registrar - o que, em sua mente, era o mesmo que admitir sua culpa pelos eventos em Stamford.

E, voilà. Depois de muito resistir, Speedball acabou cedendo à proposta de integrar os novos Thunderbolts. Seus poderes não só voltaram, como mudaram.

Quesada falou ao Newsarama que sempre quis que Speedball sobrevivesse aos eventos ocorridos em Stamford. Não só isso, como também queria que ele se tornasse um grande personagem no Universo Marvel pós-Civil War. Ao longo de Frontline ele e o escritor da série, Paul Jenkins, definiram o destino do personagem de uma maneira razoavelmente tranqüila.

Nas palavras de Quesada: "O Speedball é, em muitos aspectos, parecido com Peter Parker. Então eu pensei se seria possível que a visão de mundo de Peter desse um giro de 180 graus, de maneira permanente, caso muitas coisas ruins fossem jogadas em cima dele. Então, o que aconteceria se esse personagem bastante caridoso e tranqüilo mudasse de uma maneira que ninguém esperasse? A tragédia em Stamford poderia ser o suficiente para mudar alguém como ele? Para mim a resposta era 'sim'".

Quesada também explicou sobre o novo uniforme do personagem. Os poderes de Robbie foram bastante alterados depois de Stamford, de forma que agora ele precisa sentir dor para poder usá-los. Por isso, passou a usar um uniforme que é praticamente uma donzela-de-ferro - aquele instrumento de tortura medieval, uma caixa em forma do corpo humano forrada de pregos. No caso de Robbie, o uniforme tem exatos 620 pregos, um para cada pessoa morta em Stamford, sendo o maior deles posicionado diretamente sobre seu coração. Aparentemente, segundo Quesada, o "uniforme" o matará aos poucos e serve como uma forma de Robbie expiar os pecados cometidos em Stamford.

Thunderbolt # 110, estréia da dupla Warren Wellis (roteiro) e Mike Deodato (desenhos) no título, sai lá fora este mês.

Fonte: Omelete

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sexta-feira, junho 16, 2006

Homem-Aranha tira a máscara para o mundo


Ao mostrar seu rosto, Peter Parker diz: 'alguma pergunta?'




SÃO PAULO - O Homem-Aranha decide tirar a máscara e mostrar, de uma vez por todas, sua identidade. A revelação, pouco usual no universo dos super-heróis das histórias em quadrinhos, pode ser vista na revista Guerra Civil da editora Marvel. Em um comunicado, a Marvel qualificou a revelação como "o acontecimento mais chocante da história dos quadrinhos".

Em Guerra Civil, uma história publicado nesta quarta-feira, o Homem-Aranha tira a máscara e revela sua identidade em uma entrevista coletiva do mesmo modo em que um político ou uma celebridade fariam para revelar um segredo absoluto.

Peter Parker quebrou um tabu dos super-heróis e pareceu convicto de sua atitude. Será que ele se arrependerá ou então vai estimular outros super-heróis a agirem da mesma maneira, expondo-se ao público? Pela capa da Guerra Civil 5, os vilões do Homem-Aranha asseguram que a vida de Peter Parker não será mais fácil.


Guerra Civil #05



"Estou orgulhoso de mim mesmo e estou aqui para demonstrar isso", disse o Homem-Aranha aos jornalistas na praça de Nova York, Times Square, dizendo que atrás de sua máscara ele ocultava o fotojornalista Peter Parker, além de contar como foi mordido por uma aranha radioativa que passou para ele seus poderes.

"Alguma pergunta?", instigou Peter Parker, em meio ao espocar dos flashes.

A grande decisão do Homem-Aranha vai influenciar os títulos de todas as revistas em que o herói aparece. De agora em diante, ele será "Homem Aranha Desmascarado".

Guerra Civil, a história em que ocorre a revelação pertence a uma minissérie lançada em maio pela Marvel em que outros autores da casa abordam o tema das liberdades civis.

Após um enfrentamento entre um grupo de super-heróis e supervilões, que termina com a morte de centenas de inocentes civis, o governo aprova a criação de um registro de super-heróis em que são tratados como "armas de destruição massiva de viventes" e obrigados a se identificar.

Fonte: Estadão


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